Saltar para o conteúdo
Vida

Centro Hospitalar Barreiro-MontijoDoentes oncológicos sem consulta afirma União dos Sindicatos de Setúbal

"Os doentes oncológicos, que normalmente eram assistidos estiveram à espera de resposta desde o dia 1 de Julho de 2013 até ao dia 15 de Julho para ser encaminhados, os utentes com as situações mais urgentes para o I.P.O-Lisboa, desconhecendo-se para onde irão ser encaminhados os outros utentes" - refere um comunicado da Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Setúbal.

2 min de leitura
Centro Hospitalar Barreiro-Montijo Doentes oncológicos sem consulta afirma União dos Sindicatos de Setúbal

Por Jornal Rostos

Ministério da Saúde e Administração do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo deixam doentes oncológicos sem consulta.

Os cortes cegos e irresponsáveis que têm estado a ser efectuados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), culminam mais uma vez num grave prejuízo para os doentes. Fruto do despedimento concretizado pela Administração do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo de um profissional de saúde, único especialista de Hematologia oncológica, o C.H. deixou de assegurar a referida especialidade.

Os doentes oncológicos, que normalmente eram assistidos estiveram à espera de resposta desde o dia 1 de Julho de 2013 até ao dia 15 de Julho para ser encaminhados, os utentes com as situações mais urgentes para o I.P.O-Lisboa, desconhecendo-se para onde irão ser encaminhados os outros utentes.

A irresponsabilidade do Ministério da Saúde da ARSLVT e da Administração do Centro Hospitalar, fez com que doentes oncológicos ficassem sem tratamento, por motivos que se prendem com a falta de planeamento (acautelando o atempado encaminhamento destes doentes) e génese meramente economicistas, reflectindo uma falta de sensibilidade para com o a saúde e vida dos utentes que é absolutamente condenável.

Este é o resultado da política de direita que tem vindo a ser seguida pelo actual e anteriores governos, que sonega aos cidadãos o acesso à saúde e provoca danos irreparáveis na vida de cada um, colocando em causa o acesso a um Serviço Nacional de Saúde, público, universal e de qualidade, que foi criado e é sustentado com os descontos dos cidadãos/contribuintes Portugueses e cuja gestão danosa não pode ser tolerada!

Mais uma vez reafirmamos que o défice das contas públicas não se combate pondo em causa a saúde dos mais fragilizados, o défice combate-se com a inversão das políticas praticadas, com uma gestão idónea do erário público e com o fim dos benefícios para os grandes grupos económicos e financeiros.

A Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Setúbal

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção