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Associação do Comércio Indústria e Serviços Barreiro e MoitaReclama chumbo da proposta de Orçamento de Estado 2014

A Associação do Comércio Indústria e Serviços Barreiro e Moita – ACISBM, em comunicado expressa “a maior preocupação” sobre a proposta do Orçamento de Estado 2014.

“O Governo mantém o ataque às micro, pequenas e médias empresas, destruindo o tecido produtivo, o circuito interno do mercado nacional” – sublinha a ACISBM.

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Associação do Comércio Indústria e Serviços Barreiro e Moita Reclama chumbo da proposta de Orçamento de Estado 2014

Por Jornal Rostos

Refere a Associação do Comércio Indústria e Serviços Barreiro e Moita que o Orçamento de Estado 2014 – “não prevê estímulos à actividade económica, não contraria a tendência de litoralização do país, nos planos económico e demográfico, nem garante uma politica de coesão territorial”.

Redução de poder de compra dos portugueses

Sublinha o comunicado da ACISBM que as medidas propostas no Orçamento de Estado continuarão a provocar – “redução de poder de compra dos portugueses”, a diminuição de consumo, “o encerramento de muitas mais empresas”, para além da “perda de receita fiscal” e o “alastrar das bolsas de pobreza”.

Uma reforma fiscal profunda e estável

A Associação do Comércio Indústria e Serviços Barreiro e Moita, defende – “uma reforma fiscal profunda e estável”, “o incremento do investimento público” e a criação de “linhas de crédito a juros adequados”.
Por outro lado exige a extinção do PEC – Pagamento Especial por Conta e a criação de um Regime Simplificado de Tributação, assim como o “alargamento do pagamento do IVA após a boa cobrança às empresas até 10 milhões de euros”.
A redução dos custos fixos das empresas, nomeadamente pelo abaixamento das tarifas de energia e revisão da Lei do Arrendamento Urbano, são exigências da Associação do Comércio Indústria e Serviços Barreiro.

Chumbo da proposta de Orçamento de Estado

A Associação do Comércio Indústria e Serviços Barreiro sublinha que vai estar presente, com uma Delegação, na concentração agendada para o dia 26 de Novembro, frente à Assembleia da República para “reclamar o chumbo da proposta de Orçamento de Estado 2014”.

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