Primeira Demão: Carpintaria criativa e Renovação (por mãos portuenses)
Na marca portuense “Primeira Demão” encontramos carpintaria criativa e renovação pelas mãos da arquitecta Patrícia Barbosa que transforma o passado em presente, reinventando objectos que nos remontam para outro tempo.
Armários sem portas, cadeiras carcomidas pelo implacável passar dos anos, sem estofos, sem serventia e velharias oferecidas ou abandonadas ganham nova vida tocadas pelas hábeis mãos que dançam ao som de uma tradição renovada.
Armários sem portas, cadeiras carcomidas pelo implacável passar dos anos, sem estofos, sem serventia e velharias oferecidas ou abandonadas ganham nova vida tocadas pelas hábeis mãos que dançam ao som de uma tradição renovada.

Por Jornal Rostos
O seu trabalho toca várias esferas da criação. Apaixonada pelo universo dos objectos esquecidos, Patrícia gosta de explorar a beleza banal que encontra no dia-a-dia. Sob o mote original “Procuro monos!” a arquitecta nascida na Invicta encontra na reutilização e renovação dos materiais uma verdadeira vocação. Procurando resolver os problemas práticos do quotidiano de forma criativa, Patrícia Barbosa acredita que quando algum objecto está estragado é possível, não só melhorá-lo, mas também transformá-lo.
Na Primeira Demão encontramos peças que contam histórias, conseguidas com a frequente introdução de apontamentos que conferem aos trabalhos de restauro um cunho muito próprio.
Por um arquitecto fala a obra própria e a de Patrícia Barbosa revela diversidade e a leitura honesta do lugar e das pessoas. O seu trabalho baseia-se na experimentação das técnicas tradicionais da manufactura, enquanto testa novas soluções, dando origem a verdadeiras criações exclusivas.
Cada produto é o resultado da imaginação e da técnica, reflexo puro de uma forma de estar que se traduz numa linguagem divertida ilustrada com imagens do passado.
A “mão” que reconstrói
O fascínio desta portuense pelas artes plásticas surgiu de um constante questionar de hábitos, realidades e formas de expressão. Essa curiosidade levou-a a concorrer a uma Residência Criativa na Escola de Artesanato de Santo Amaro do Pico, nos Açores, onde teve a possibilidade de aprender as técnicas e desenvolver um projecto pessoal em conjunto com artesãos e carpinteiros numa verdadeira troca de experiências e saberes que deu origem ao projecto “Namoradeira de Santo Amaro”. A peça, nascida a partir da união de duas cadeiras tipicamente açorianas, acabou por encontrar um lugar na memória colectiva daqueles que acompanharam todo o processo produtivo e que nela reconheceram o amor pela ilha.
Depois dos Açores, entusiasmada pelas ilhas e motivada pela curiosidade em relação à tradição escandinava no design de mobiliário e na construção em madeira, Patrícia Barbosa rumou ao Arquipélago de Turku na Finlândia para participar num aliciante projecto de voluntariado europeu de protecção ambiental que lhe conferiu a oportunidade de trabalhar na manutenção das tradicionais "summer cottages" e dos barcos de madeira característicos da região.
Empreendedora e aventureira, arquitecta de formação e artesã por vocação, Patrícia encontrou na oficina um lugar onde pode construir os seus projectos com as próprias mãos, rendendo-se à capacidade de comunicação do design e do restauro em particular.
Na Primeira Demão encontramos peças que contam histórias, conseguidas com a frequente introdução de apontamentos que conferem aos trabalhos de restauro um cunho muito próprio.
Por um arquitecto fala a obra própria e a de Patrícia Barbosa revela diversidade e a leitura honesta do lugar e das pessoas. O seu trabalho baseia-se na experimentação das técnicas tradicionais da manufactura, enquanto testa novas soluções, dando origem a verdadeiras criações exclusivas.
Cada produto é o resultado da imaginação e da técnica, reflexo puro de uma forma de estar que se traduz numa linguagem divertida ilustrada com imagens do passado.
A “mão” que reconstrói
O fascínio desta portuense pelas artes plásticas surgiu de um constante questionar de hábitos, realidades e formas de expressão. Essa curiosidade levou-a a concorrer a uma Residência Criativa na Escola de Artesanato de Santo Amaro do Pico, nos Açores, onde teve a possibilidade de aprender as técnicas e desenvolver um projecto pessoal em conjunto com artesãos e carpinteiros numa verdadeira troca de experiências e saberes que deu origem ao projecto “Namoradeira de Santo Amaro”. A peça, nascida a partir da união de duas cadeiras tipicamente açorianas, acabou por encontrar um lugar na memória colectiva daqueles que acompanharam todo o processo produtivo e que nela reconheceram o amor pela ilha.
Depois dos Açores, entusiasmada pelas ilhas e motivada pela curiosidade em relação à tradição escandinava no design de mobiliário e na construção em madeira, Patrícia Barbosa rumou ao Arquipélago de Turku na Finlândia para participar num aliciante projecto de voluntariado europeu de protecção ambiental que lhe conferiu a oportunidade de trabalhar na manutenção das tradicionais "summer cottages" e dos barcos de madeira característicos da região.
Empreendedora e aventureira, arquitecta de formação e artesã por vocação, Patrícia encontrou na oficina um lugar onde pode construir os seus projectos com as próprias mãos, rendendo-se à capacidade de comunicação do design e do restauro em particular.














