Os Portugueses não concordam com o IVA na Restauração
Conclui-se que os Portugueses não concordam esmagadoramente com o valor que pagam na Restauração pela taxa do IVA.

Por Jornal Rostos
Recolhida a amostragem de 4 dias de inquérito, que originou mais de 20 mil respostas, concluímos que:
• 97% não aceita pagar o IVA a 23% (16% Açores, 22% Madeira)
• 98% não concorda que o IVA da sua sopa seja igual ao de um artigo de luxo
• 97% acha que o IVA que lhe é cobrado deve voltar a ser de 13% (9% Açores, 12% Madeira).
As empresas para manterem a sua atividade, absorveram o aumento do imposto sem o refletir nos preços pagos pelos clientes. “Não podemos continuar a suportar esta situação” afirma o Presidente da AHRESP, Mário Pereira Gonçalves, “Devido ao aumento de todos os custos e apesar da quebra de consumo e perda de clientes, iremos ponderar o aumento dos preços para suportar este imposto. Continuaremos a despedir colaboradores e a encerrar estabelecimentos”.
“Lançamos um grito de alarme e de desespero junto dos grupos parlamentares e dos deputados”. Mário Pereira Gonçalves apela “ao bom senso no sentido de se corrigir desde já a taxa do IVA. Isto porque só assim se estancará a onda de destruição do tecido empresarial no setor e se evitará um saldo nas contas públicas francamente negativo, com o Estado a perder milhões de euros que se juntarão ao aumento explosivo do número de falências e do desemprego”.
Esgotaram-se todas as reservas de capital, e de capacidade de financiamento e endividamento de que as empresas dispunham.
Os empresários e os portugueses já se fizeram ouvir. E a Assembleia da República? Pretende continuar com a “sangria” deste setor, estratégico para a oferta turística e líder das exportações?














