Investigadora da FCT da Nova recebe uma Starting Grantdo Conselho Europeu de Investigação
. Nova técnica para identificar microrganismos vai poupar em meios de diagnóstico
Cecília Roque, investigadora principal do grupo de Engenharia Biomolecular da UCIBIO, uma unidade de investigação do Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, acabou de receber uma Starting Grant do Conselho Europeu de Investigação (ERC).
Cecília Roque, investigadora principal do grupo de Engenharia Biomolecular da UCIBIO, uma unidade de investigação do Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, acabou de receber uma Starting Grant do Conselho Europeu de Investigação (ERC).

Por Jornal Rostos
Esta bolsa significa que a investigadora vai receber um financiamento do ERC para os próximos cinco anos, que rondará os 1,5 milhões de euros. Com o prémio, vai estudar como detetar e identificar microrganismos de uma forma rápida e não invasiva através dos odores que libertam.
“Tal é possível graças a materiais inovadores que foram desenvolvidos no nosso laboratório e que têm a capacidade de alterar as suas propriedades na presença de odores”, explica Cecília Roque, também professora no Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
“Atualmente, o diagnóstico de um agente patogénico demora entre 24 a 36 horas, o que leva a um atraso na prescrição do antibiótico adequado. Com esta nova tecnologia, será possível identificar de uma forma rápida os principais microorganismos responsáveis por infecções, nomeadamente aqueles que apresentam resistência a antibióticos”, diz a investigadora.
Na prática, com esta nova técnica pode poupar-se em meios de diagnóstico, bem como nos custos económicos e humanos associados ao uso abusivo de antibióticos. Por outro lado, ao nível de saúde pública será possível um maior controlo de doenças infecciosas. “É um enorme reconhecimento do nosso trabalho e ideias. É um forte motivo de inspiração e motivação para continuar o meu percurso de investigação”, salienta Cecília Roque.
“Tal é possível graças a materiais inovadores que foram desenvolvidos no nosso laboratório e que têm a capacidade de alterar as suas propriedades na presença de odores”, explica Cecília Roque, também professora no Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
“Atualmente, o diagnóstico de um agente patogénico demora entre 24 a 36 horas, o que leva a um atraso na prescrição do antibiótico adequado. Com esta nova tecnologia, será possível identificar de uma forma rápida os principais microorganismos responsáveis por infecções, nomeadamente aqueles que apresentam resistência a antibióticos”, diz a investigadora.
Na prática, com esta nova técnica pode poupar-se em meios de diagnóstico, bem como nos custos económicos e humanos associados ao uso abusivo de antibióticos. Por outro lado, ao nível de saúde pública será possível um maior controlo de doenças infecciosas. “É um enorme reconhecimento do nosso trabalho e ideias. É um forte motivo de inspiração e motivação para continuar o meu percurso de investigação”, salienta Cecília Roque.














