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A primeira de um conjunto de conversas com a comunidade educativa do BarreiroAtividade Portuária analisada com alunos e docentes

No início da Sessão, o Presidente referiu a satisfação em dialogar com os mais jovens sobre o futuro do Concelho.
O maior problema do Barreiro e do País é, na sua opinião, o desemprego. “É preciso criar riqueza. Estamos à procura de projetos para reaproveitar o território com 400 hectares gerido pelo Estado” (no parque empresarial da Baía do Tejo)

Todos os estudos realizados, no âmbito do projeto do Terminal, segundo o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro “tiveram em conta o corredor para Terceira Travessia do Tejo que mais cedo ou mais tarde será construída”.

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A primeira de um conjunto de conversas com a comunidade educativa do Barreiro Atividade Portuária analisada com alunos e docentes

Por Jornal Rostos

O Presidente da CMB, Carlos Humberto de Carvalho, e os Diretores da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro, Pedro Ferreira, e da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, Pedro Leite da Silva, conversaram, ontem, 20 de março, com os seus alunos e docentes sobre a Atividade Portuária no Barreiro, no auditório da EST.
Esta é a primeira de um conjunto de conversas com a comunidade educativa do 3° ciclo e secundário do Concelho, previstas para este mês de março.

No início da Sessão, o Presidente referiu a satisfação em dialogar com os mais jovens sobre o futuro do Concelho.
O maior problema do Barreiro e do País é, na sua opinião, o desemprego. “É preciso criar riqueza. Estamos à procura de projetos para reaproveitar o território com 400 hectares gerido pelo Estado” (no parque empresarial da Baía do Tejo). O Presidente explicou que o Barreiro tem como mais valia um território que já tem ferrovia e uma via rápida (IC 21) próxima do local. “Apenas serão realizadas algumas adaptações”, referiu.

Carlos Humberto de Carvalho fez o ponto de situação deste processo, numa altura em que o Estudo de Impacte Ambiental do Terminal está em processo de avaliação na Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Informou que se prevê para final de 2017, o lançamento do Concurso Público de Concessão e o início da 1ª fase da obra, em 2019/2020, que irá envolver um investimento de 400 milhões de euros.
Em relação ao Estudo Prévio, apresentou os elementos fundamentais, entre os quais as caraterísticas de um navio tipo, com dimensões mais reduzidas, adequado ao rio, um porta-contentores com capacidade 8.000 TEU (TEU: medida de volume dos contentores), com um comprimento de 352 metros.

Ao longo da sessão, foram várias as questões colocadas pelos alunos. Quiseram saber o número de postos de trabalho criados. O Presidente informou que estão previstos entre 300 a 500 postos de trabalho, na fase de construção, e na fase de exploração, cerca de 1150 postos de trabalho diretos.

‘Que impactes ambientais terá um projeto deste tipo?’, foi outra das questões.
Na fase de exploração, o Presidente esclareceu que existirão aspetos menos positivos, como, por exemplo, o aumento do número de viaturas em circulação e esta realidade terá de ser ‘compatível com a vida urbana’.

Terceira Travessia do Tejo será inevitável
Todos os estudos realizados, no âmbito do projeto do Terminal, segundo o Presidente “tiveram em conta o corredor para Terceira Travessia do Tejo que mais cedo ou mais tarde será construída”.

Fonte - CMB

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