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Vida

Moita - Constelação 2030 – Caminhos para Inovar na Educação,apresenta Referencial de Inovação Pedagógica da Escola Técnica Profissional

Uma sessão de trabalho, promovida pela equipa pedagógica, com o objetivo de partilhar e refletir sobre a peracionalização do referencial de inovação pedagógica procurando encontrar, em conjunto, caminhos .

Os jovens alunos da Escola Técnica Profissional da Moita mencionaram a importância do dinamismo e da interação existente nas salas bem como dos valores transmitidos pelos professores que “nos tornam melhores pessoas e melhores profissionais”.

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Moita - Constelação 2030 – Caminhos para Inovar na Educação, apresenta Referencial de Inovação Pedagógica da Escola Técnica Profissional

Por Jornal Rostos

A Escola Técnica Profissional da Moita recebeu Xavier Aragay, especialista em transformação educativa, Guilherme D’Oliveira Martins, Administrador Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian e coordenador do estudo “Perfil do aluno para o século XXI”, o Professor José Vítor Pedroso, Diretor Geral da DGE, Professor Francisco Neves da DGEstE, Professor João Couvaneiro da ANQEP, Professor a Luísa Orvalho da UCP, e instituições, empresas e escolas parceiras, para a apresentação do Referencial de Inovação Pedagógica – Constelação 2030, realizada no dia 9 de junho.

Uma sessão de trabalho, promovida pela equipa pedagógica, com o objetivo de partilhar e refletir sobre a operacionalização do referencial de inovação pedagógica procurando encontrar, em conjunto, caminhos para as seguintes inquietações:

O nosso planeamento é pensado a partir do essencial – que perfil de cidadão queremos desenvolver (cidadão e futuro profissional de uma determinada área)?; E para a construção desse perfil que situações de aprendizagem temos de promover?; E nessas situações de aprendizagem estamos a incorporar os sonhos que estão plasmados nos projetos de vida de cada um dos nossos alunos?; E para que essas aprendizagens se tornem significativas como é que organizamos o nosso tempo e espaços pedagógicos?; As competências transversais que a sociedade contemporânea nos exige estão incorporadas, de forma transversal, nas situações de aprendizagem?
A exploração do referencial iniciou com uma intervenção de Alexandre Oliveira, Presidente do Conselho Diretivo, que partilhou a visão de uma escola com mais sentido, ancorada na construção dos projetos de vida de cada um dos seus jovens alunos, em conjunto, e que acrescente valor através da sua operacionalização. A viagem esteve organizada por grupos temáticos constituídos por elementos da equipa pedagógica e convidados subordinados as seguintes temáticas: Perfil do Aluno; Projeto Carreira; Tutorias de Turma; Competências Digitais Transversais; Reconstrução Curricular e Trabalho Colaborativo; Ambientes de Aprendizagem. Uma mesa de trabalho inteiramente dedicada aos representantes dos alunos desta escola que refletiram, e partilharam, a escola que têm e a escola que querem.

Segundo o Professor Guilherme D’ Oliveira Martins “a escola é disponibilidade de espírito (…) por isso, a humildade e a modéstia estão inerentes ao conhecimento (…) e temos de ter consciência dos limites!” E acrescenta, no âmbito do perfil do aluno do séc. XXI que “trata-se realmente de um perfil exigente mas o desenvolvimento humano está ao alcance de todos!” Depois da intervenção do Professor, deu-se início aos trabalhos nas várias sessões para, já no final da manhã, serem apresentadas as conclusões das diferentes reflexões.

Os jovens alunos da Escola Técnica Profissional da Moita mencionaram a importância do dinamismo e da interação existente nas salas bem como dos valores transmitidos pelos professores que “nos tornam melhores pessoas e melhores profissionais”. No que diz respeito ao Perfil do Aluno, tendo consciência da atualização permanente, é imprescindível construir também o Perfil do Professor para trabalhar com os alunos. No tema alusivo aos Projetos Carreira, considerou-se que se deve incluir a relação com a Comunidade como uma diretriz na construção dos projetos dos nossos alunos. As Tutorias de Turma estão no caminho certo como um impulso à autonomia, responsabilidade e dinamismo do jovem que dá início à sua viagem formativa, trabalhando no presente para o futuro, numa Reconstrução Curricular baseada em projetos. No que se refere aos Ambientes de Aprendizagem, concluiu-se que a sala do futuro é um espaço de partilha e de trabalho colaborativo e flexível para cada área, e as Competências Digitais Transversais são consideradas essenciais, nomeadamente para a construção do e-portefólio – um instrumento essencial para a avaliação mas com um acrescento - conferir uma utilidade às competências digitais.

No final, a intervenção do Diretor Geral da Educação, José Vitor Pedroso foi direcionada para a construção de um caminho que deve ser realizado pela própria escola, “o início desta mudança tem de começar por nós próprios. Parabéns pelo trabalho, serão um exemplo para outras escolas porque é preciso ter a ousadia e de experimentar e errar!” – afirmou. De seguida, Xavier Aragay felicitou o trabalho realizado, mencionado que “a capacidade de concretizar para continuar a aprender é muito importante, pois temos de ser audazes para avançar!”
Ação e Reflexão! Valorizar o Ensino Profissional como Modelo Educativo! Em género de conclusão, foram algumas das palavras proferidas pela Professora Luísa Orvalho da Universidade Católica Portuguesa, numa manhã de análise e reflexão sobre o Ensino Profissional com um olhar para o Futuro.

Fonte - ETPM

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