PLUX, co-fundada por Hugo Silva, no top 10 das empresas de referênciaDiplomado do IP Setúbal dá cartas no mercado mundial da saúde móvel

Por Jornal Rostos
Criada em 2007, a empresa nacional que se dedica ao desenvolvimento de aplicações biomédicas para a indústria e ciência, surge a par de nomes de peso como a Philips, a Bayer e a Qualcomm, numa lista que agrupa os principais intervenientes no mercado global da mHealth. Empresas que, como refere a Global Market Insights, vêm apostando em “várias fusões e aquisições estratégicas e expansões geográficas para aumentar sua presença no mercado”.
Licenciado em Engenharia Informática pela Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (ESTSetúbal/IPS), onde chegou a ser também docente, Hugo Silva considera tratar-se de “um reconhecimento fantástico do trabalho desenvolvido há mais de uma década, por uma equipa multidisciplinar que hoje conta com dezenas de profissionais unidos pela motivação de transformar a engenharia biomédica a nível internacional”.
Para o também diretor de Inovação da PLUX, este posicionamento cimeiro a nível mundial “demonstra igualmente a capacidade para a criação de valor acrescentado por via do desenvolvimento de produtos inovadores, em estreita colaboração com o sistema científico e tecnológico nacional”.
Recorde-se que Hugo Silva foi galardoado com o Prémio Carreira Alumni em 2018, que anualmente distingue os diplomados do IPS cujos percursos, pessoais e profissionais, constituam uma referência para a comunidade académica. Na altura, o premiado lembrou as primeiras incursões na área biomédica, ainda nos corredores e salas de aula da ESTSetúbal/IPS, e como esse ambiente “foi determinante” para a forma como a sua carreira evoluiu.
Data também desse período a empresa que deu origem ao que é hoje a PLUX, um projeto que concebeu com um docente e um colega, e que tem entre os seus principais produtos a plataforma BITalino, hoje com utilizadores em mais de 80 países, nomeadamente nas universidades mais reputadas do mundo.














