Construção do novo edifício da Escola Superior de Saúde é condição decisivaA3ES confirma acreditação institucional do Politécnico de Setúbal

Por Jornal Rostos
A referida avaliação incide sobre a qualidade de desempenho dos estabelecimentos de ensino superior globalmente considerados, bem como de cada uma das suas unidades orgânicas, tendo por objetivos a melhoria da qualidade das instituições, a prestação de informação fundamentada à sociedade sobre o seu desempenho e o desenvolvimento de uma cultura institucional interna de garantia de qualidade.
A prorrogação agora alcançada resulta de um esforço de melhoria em três áreas apontadas pelo A3ES na anterior acreditação, em 2018.
Uma delas diz respeito à concretização e sustentabilidade das instalações da Escola Superior de Saúde (ESS/IPS) e seus ciclos de estudos, assegurando a sua suficiência e qualidade de funcionamento. Neste campo, entre outros investimentos já realizados, como a construção de novas salas e o desenvolvimento de um conjunto de equipamentos tecnológicos de apoio às aulas laboratoriais, realça-se o projeto da construção de um edifício de raiz para a ESS/IPS, necessidade identificada há muito e cada vez mais premente, em virtude do alargamento da oferta formativa do IPS e do aumento do número de estudantes.
As novas instalações serão finalmente concretizadas com financiamento dos concursos Impulso STEAM Jovem e Impulso Adulto, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, prevendo-se uma verba de 4.550.000€ para construção e cerca de 500 mil euros para equipamentos, além do recurso a receitas próprias. O edifício a construir assenta no conceito de uma “escola sem paredes”, com contextos de aprendizagem diferenciados e não limitados apenas às tradicionais salas de aula e prevê igualmente a existência de clínica pedagógica, para uma melhor integração entre a componente pedagógica e as componentes de I&D e de prestação de serviços.
Ao longo destes três anos, o IPS demonstrou igualmente evidente evolução na correção da inobservância dos requisitos legais quanto ao corpo docente, designadamente nas escolas que ainda não atingiram a percentagem dos 35% de especialistas previstos. Por último, foram também registadas melhorias substanciais nos indicadores referentes à investigação orientada e à produção científica das suas unidades orgânicas.
“A decisão da A3ES é o reconhecimento da aposta que o IPS tem vindo a fazer na melhoria contínua do seu desempenho e na criação de uma cultura da qualidade transversal a todas as suas áreas de atuação”, refere o presidente do IPS, Pedro Dominguinhos, realçando o “trabalho, o empenho e o profissionalismo” de toda a comunidade académica do IPS.














