A “moenga” dos Rankings…Por Manuela Espadinha
Barreiro

Por Jornal Rostos
Os Rankings não nos permitem inferir se a escola trabalha bem ou mal. Há uma tentativa de estigmatizar as escolas que mais investem na inclusão, na defesa da equidade, na preocupação em chegar a todos os alunos, dando-lhes o que eles precisam.
Por isso, já pensámos como podemos medir os impactos do trabalho pedagógico que se faz diariamente nos TEIP? Como medir as competências dos nossos alunos no combate à exclusão social, à falta de assiduidade, na prevenção do abandono escolar precoce? Como medir os impactos relativos aos nossos alunos ao nível do crescimento socioemocional, no desenvolvimento do plano das artes, entre outros? Como medir aquilo que a escola dá aos nossos alunos ao nível das aprendizagens significativas que cada um necessita para prosseguir estudos, ou ingressar no mundo do trabalho? Temos muitos testemunhos de casos de sucesso e, esses, não aparecem na comunicação social.
Já surgimos no Expresso como escola que não brilha nos Rankings, mas que atinge o primeiro lugar nacional em projetos inovadores na Administração Pública, integrando alunos, professores, equipas multidisciplinares, famílias , parceiros, num projeto ligado a ambientes formativos de aprendizagem. A isto não se chamará aprendizagem? Sucesso?
As escolas que se dão ao luxo de escolher à partida os seus alunos, que recebem os alunos que em casa comem, lêem, viajam com os pais não têm grande trabalho a fazer. Todos nós, professores, sabemos que trabalhar com bons alunos é fácil. Difícil, desafiante e apaixonante é fazer dos mais fracos bons e dar reforço aos outros, à medida do que cada um precisa, cumprindo a nossa missão de escola pública ,de forma exemplar.
Assim se apresenta o Agrupamento de Escolas de Santo António!
A diretora
Manuela Espadinha














