Projeto de estudantes do IP Setúbal destaca-se no top 10Estudantes do IPS destacam-se na European Innovation Academy
.Estudantes EST Barreiro

Por Jornal Rostos
João Almeida e João Gegaloto, estudantes do Mestrado em Engenharia Química da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do IPS, deram a conhecer, uma vez mais, o potencial empreendedor e inovador do IPS e subiram ao palco do Palácio da Bolsa para apresentar a Blastica Solutions, uma potencial startup que propõe uma nova alternativa para a produção de combustível e circularidade de materiais e que conquistou um lugar no top 10 dos projetos apresentados.
O programa chegou à sua etapa final a 4 de agosto onde foram conhecidas as melhores startups desenvolvidas durante esta jornada.
Para o encerramento do evento, depois de apresentados os projetos de negócio de 110, equipas participantes, baseados na promoção da inovação sustentável, cercada de desafios tecnológicos, bem como nas questões ambientais e sociais, foi a vez das 10 melhores e potenciais startups selecionadas, apresentarem o seu pitch a parceiros, investidores, docentes e convidados.
Para João Gegaloto “Ganhar é sempre bom, mas ganhar na EIA foi mais especial. Existiam ideias muito fortes no ramo de sustentabilidade e equipas muito empenhadas. Ficar no top 10 de 100 equipas foi incrível e ter a oportunidade de apresentar essa ideia para toda a gente é surreal”.
Adriana Soares, estudante da licenciatura em Tecnologias do Ambiente e do Mar, da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal do IPS, também representou o IPS nesta iniciativa, com uma ideia que procura interligar o universo académico ao mercado de trabalho, através do uso de ferramentas de inteligência artificial.
Num ambiente que estimula a criatividade e capacidade empreendedora, os jovens empreendedores reforçam a importância deste programa imersivo, que lhes permitiu criar uma rede de networking, bem como trabalhar num ambiente multidisciplinar e internacional, com o apoio de mentores de renome. Desde ferramentas de gestão até palestras sobre design e propriedade intelectual, sublinham também o conhecimento fundamental que adquiriram ao longo do programa e deixam uma mensagem aos futuros participantes: “É um programa muito completo e que abrange todas as áreas necessárias para o desenvolvimento de uma ideia de negócio, ideal para quem quer começar a sua jornada empreendedora”, destaca Adriana Soares.
Neste percurso intensivo de trabalho de três semanas, João Gegaloto afirma que a EIA permitiu-lhe compreender que era “muito mais empreendedor do que acreditava ser”, enquanto que Adriana Soares reforça entusiasta: “cresci muito, tanto a nível pessoal como profissional. Conhecer realidades novas e pessoas com um mindset ambicioso é, sem dúvida, incrível e inspirador”.
Quando refletem sobre os próximos passos, os estudantes afirmam que ainda existe um longo caminho a percorrer. No entanto, confiantes dos projetos que apresentaram, deixam transparecer que o segredo está em “continuar a trabalhar, procurar investidores e não desistir”.
Para João Gegaloto e João Almeida, o percurso passa a ser feito com a equipa multidisciplinar que criaram durante a EIA: “Estamos a trabalhar com a equipa que formámos na EIA porque acreditamos que sem eles não teríamos conseguido ganhar”. E com esta adição à equipa, permanecem motivados com a ideia de que “agora que ganhámos esta pequena reputação, será mais fácil entrarmos em outros programas de aceleração no futuro”, destaca João Gegaloto.














