Rita Fernandes, Docente do Politécnico de Setúbal no Europeu de JudoAtletas de alta de competição cumprem programas de treino altamente exigentes

Por Jornal Rostos
Presente na competição com 13 atletas, a Seleção Portuguesa de Judo subiu duas vezes ao pódio, pelos feitos de Catarina Costa (-48kgs), que arrecadou a medalha de prata, voltando a sagrar-se vice-campeã da Europa ao repetir a proeza de 2022, e de Patrícia Sampaio (-78Kgs), que conquistou a medalha de bronze. Bárbara Timo (-63kg) conquistou também um honroso resultado, ao classificar-se em 5º lugar.
Orgulhosa pelo bom desempenho dos judocas nacionais, que entretanto já receberam as felicitações do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a docente e também diplomada do IPS considera tratar-se de um “importante contributo para a projeção do nosso país no contexto internacional da modalidade e da própria modalidade na realidade desportiva do nosso país”. Resultados que, acrescenta, “são particularmente importantes nesta fase em que os atletas lutam para arrecadar pontos que lhes permitam o apuramento para Paris 2024, competição onde se espera que os judocas nacionais se apresentem com fortes aspirações”.
Fisioterapeuta da Seleção Portuguesa de Judo desde 2004, Rita Fernandes tem já no seu currículo quatro presenças olímpicas: Pequim 2008, Londres 2012, Rio de Janeiro 2016 e Tóquio 2020.
No regresso de mais uma competição internacional, a profissional de saúde não deixa de salientar o papel da fisioterapia no bom desempenho dos atletas de alta de competição, que têm que cumprir programas de treino altamente exigentes, o que, não raras vezes, se traduz em limitações físicas e lesões. “O fisioterapeuta é, felizmente, um elemento sempre presente e que se revela fundamental na equipa técnica da Seleção Nacional de Judo, cabendo-lhe intervir na recuperação/prevenção de lesões e em toda a gestão física dos atletas antes e no decorrer da competição”.














