Universidade da Terceira Idade recordou Hiroshima
O 59º aniversário do lançamento da bomba atómica em Hiroshima foi assinalado no evento - “Uma Flor para Hiroshima - 59 anos Depois” - promovido pela Universidade da Terceira Idade (UTIB), no passado dia 6 de Agosto, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.

Por Jornal Rostos
Recordar e reviver um momento que não pode ser esquecido foi o objectivo da iniciativa que contou com a presença do Vereador responsável pelos Pelouros da Educação e Cultura, Amílcar Romano.
Após um minuto de silêncio em memória das vítimas, o Vereador fez um balanço da actividade da UTIB. Por seu lado, Artílio Batista, professor e coordenador do voluntariado da UTIB, fez um enquadramento sócio-histórico e algumas considerações sobre as consequências da guerra.
“Escrevo-vos de Hiroshima onde sou correspondente de guerra. Do ar caiem ainda corpos aos bocados, como se fosse um avião subversivo a lançar panfletos sobre a cidade…”. Estas são as primeiras frases da “Carta de Hiroshima” transcrita do livro “Hiroshima”, de Carlos Loures e Manuel Simões publicada 1967 e distribuída a todos os presentes.
Na ocasião, foi projectado o documentário intitulado “A Bomba Atómica”, inserido no trabalho da BBC - “O Século do Povo” - com uma duração de 25 minutos.
Ao longo da iniciativa, foram recitados os poemas “Manhã” de Sankichi Toge e “Letra para um Hino”, de Manuel Alegre. Paralelamente, a música clássica foi uma constante. Foram ouvidas a Sinfonia do Novo Mundo, de Antonín Dvorak e o poema sinfónico “Os Sinos do Amanhecer”, de Manuel de Falla. Para transmitir uma mensagem de esperança, foi ouvido o excerto de “O Freund, Nicht Diese Tone”, de Beethoven. No final, os presentes fizeram os seus comentários e deram opiniões.
Após um minuto de silêncio em memória das vítimas, o Vereador fez um balanço da actividade da UTIB. Por seu lado, Artílio Batista, professor e coordenador do voluntariado da UTIB, fez um enquadramento sócio-histórico e algumas considerações sobre as consequências da guerra.
“Escrevo-vos de Hiroshima onde sou correspondente de guerra. Do ar caiem ainda corpos aos bocados, como se fosse um avião subversivo a lançar panfletos sobre a cidade…”. Estas são as primeiras frases da “Carta de Hiroshima” transcrita do livro “Hiroshima”, de Carlos Loures e Manuel Simões publicada 1967 e distribuída a todos os presentes.
Na ocasião, foi projectado o documentário intitulado “A Bomba Atómica”, inserido no trabalho da BBC - “O Século do Povo” - com uma duração de 25 minutos.
Ao longo da iniciativa, foram recitados os poemas “Manhã” de Sankichi Toge e “Letra para um Hino”, de Manuel Alegre. Paralelamente, a música clássica foi uma constante. Foram ouvidas a Sinfonia do Novo Mundo, de Antonín Dvorak e o poema sinfónico “Os Sinos do Amanhecer”, de Manuel de Falla. Para transmitir uma mensagem de esperança, foi ouvido o excerto de “O Freund, Nicht Diese Tone”, de Beethoven. No final, os presentes fizeram os seus comentários e deram opiniões.














