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Vida

Escola Alfredo da Silva e ProlixoApostar no tratamento dos resíduos de Laboratórios Escolares

Decorreu na Escola Alfredo da Silva, a assinatura do protocolo entre aquela escola e a Prolixo. A Escola Alfredo da Silva tomou esta atitude no sentido de recolher os resíduos líquidos dos Laboratórios, sendo a primeira a faze-lo, facto que demonstra autonomia e preocupação no que diz respeito à protecção do ambiente.

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Escola Alfredo da Silva e Prolixo Apostar no tratamento dos resíduos de Laboratórios Escolares

Por Jornal Rostos

A Engª Química Filipa, da Prolixo, fez uma apresentação do que é aquela empresa Prolixo, o que faz, e qual a relação existente com a escola.
Sendo uma empresa certificada, no que corresponde a cumprimento dos requisitos ambientais, a Prolixo faz gestão de resíduos industriais banais e perigosos, assim, no que se refere à Escola Alfredo da Silva, serão tratados os resíduos de aulas de biologia e química.
Inserida na Quimiparque, a Prolixo, tem quatro unidades de tratamento, unidade de tratamento de resíduos da industria farmacêutica, unidade de tratamento de resíduos banais, unidade de tratamento de resíduos perigosos, unidade de armazenamento de solventes, tudo isto é efectuado em edifícios diferentes.
Para o tratamento dos resíduos de laboratórios escolares há que seguir alguns procedimentos, elaboração de uma listagem dos resíduos existentes nos laboratórios, contendo o nome do produto, o peso e como está embalado, depois esta listagem é encaminhada para análise pelos técnicos da Prolixo, a lista de resíduos é aceite pela Prolixo que marca uma data de levantamento dos resíduos. Os resíduos são embalados de acordo com as suas características químicas , com os frascos bem vedados. Os resíduos recepcionados são identificados , seguidamente são reembalados nas diferentes classes de resíduos de acordo com as compatibilidades dos resíduos, que são armazenados temporariamente e depois exportados para a incineração ao abrigo do regulamento 259/93 de 1 de Fevereiro.

Uma cultura ambientalista

No final de todas as explicações e mesmo antes de se proceder à assinatura do protocolo, Mário Durval, Delegado de Saúde Pública do Barreiro, considerado o “pai deste projecto”, salientou que “este foi um passo importante dado pela Escola Alfredo da Silva, temos que dar mais passos, até mesmo em coisas maiores”.
Esta acção tomada pela escola tem um papel pedagógico junto dos alunos e comunidade em geral.
A Júlia Mendes terminou referindo, “sem a colaboração de Mário Durval, isto não era possível”.
A Sessão encerrou sendo o protocolo assinado pelo representante da Prolixo, Silvino Sá, e a pela Vice Presidente da Escola Alfredo da Silva, Joana Matoso.
Com esta acção pretende-se sensibilizar alunos nem que seja para compreenderem que estas pequenas coisas que vão “pelo cano abaixo”, são resíduos das aulas de química e biologia, sendo importante dinamizar uma colaboração mais ampla entre a Escola e a Prolixo, como caminho para contribuir para a melhoria do ambiente e como dinâmica de acção pedagógica.

Ana Gameiro

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