(Re)pensar a Escola - “Educar para o Optimismo”“Todas as pessoas têm 50% de influência genética e 50% para nos construirmos como quisermos”
Por Jornal Rostos
Este foi um encontro que para além da presença de diversos professores de várias escolas do Barreiro, contou ainda com a presença de Helena Marujo, Professora Auxiliar da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa.
Neste encontro discutiram-se questões de ética docente, questões pedagógicas, pois Pensar ou (Re)pensar o que é a Escola é um tema abrangente, que engloba tudo o que é relacionado com a Escola, proporcionando o debate.
Na Comissão Pedagógica foi onde se referiu a importância da realização destes encontros significativos para cada período, sendo este o segundo no mesmo período.
Após uma pequena apresentação daquilo que iria ser este encontro, seguiu-se uma partilha de experiências por parte dos professores, no que diz respeito às suas relações com os alunos.
Perante as experiências apresentadas pelos professores, Helena Marujo, referiu e explicou diversos aspectos importantes existentes nas escolas e principalmente nas relações entre professores e alunos. As relações de afecto, as conversas e até as influências que os professores têm nos alunos.
Educar para tomar atitudes
Falou-se de tendências, em momentos de desanimo ou de esperança, onde foi afirmado por Helena Marujo “que podemo-nos educar , para tomarmos determinadas atitudes na vida”, isto porque está provado que todas as pessoas têm 50% de influência genética e 50% para nos construirmos como quisermos.
Entre as pessoas presentes foi realizado um exercício, intitulado por exercício da partilha, que consistiu em pequenos grupos de professores, referirem algumas características uns dos outros. Foi neste momento que se verificou que podemos escolher como ver a realidade, algo que acontece em relações entre professores e alunos, em que se tende a ver na maioria das vezes somente as coisas negativas.
Nas relações entre professores e alunos, deve-se colocar as competências dos alunos à prova, dar um feedback próximo e criar actividades entusiasmantes.
Foi com experiências mencionadas pelos professores, e com referências importantes por parte de Helena Marujo, no que diz respeito aos alunos e ao seu comportamento escolar que se prosseguiu com o debate, onde foram abrangidas e esclarecidas diversas questões que podem vir a melhorar e a facilitar a difícil relação que por vezes existe entre os professores e os alunos.
Ana Gameiro














