Agrupamento de Escolas Álvaro Velho – BarreiroProfessores aprovam a suspensão do processo de avaliação
Em reunião de professores, realizada hoje, no Agrupamento de Escolas Álvaro Velho, no concelho do Barreiro, foi aprovada uma moção, que contou com duas abstenções, na qual os professores defendem que seja “suspenso o processo de avaliação” até que sejam “esclarecidos alguns aspectos jurídicos”.
Os professores do Agrupamento Álvaro Velho, expressam, na moção, as suas dúvidas sobre o “modelo de avaliação” e consideram que o mesmo tem “uma excessiva carga burocrática”.
Os professores do Agrupamento Álvaro Velho, expressam, na moção, as suas dúvidas sobre o “modelo de avaliação” e consideram que o mesmo tem “uma excessiva carga burocrática”.

Por Jornal Rostos
Em contacto com Joaquim Nogueira, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas Álvaro Velho, fomos esclarecidos, que na moção aprovada, os professores discordam do modelo de avaliação, porque consideram existir situações de “injustiça” e “falta de respeito pela igualdade e equidade nas quotas que atribuem o “mérito”.
Os professores consideram que as quotas “são estranguladoras” na definição dos “bons” e “muito bons” que permite a evolução na carreira profissional.
Por outro lado, expressam o repúdio pelo facto dos resultados dos alunos e das escolas terem incidência sobre a avaliação dos professores.
Os professores consideram, igualmente, que as recomendações do Conselho Ciêntífico da Avaliação “não foram respeitadas pela tutela”.
Por fim criticam a excessiva carga burocrática que o processo de avaliação exige dos professores, por este conjunto de razões, concluíram, que deviam aprovar a suspensão do processo de avaliação.
Os professores consideram que as quotas “são estranguladoras” na definição dos “bons” e “muito bons” que permite a evolução na carreira profissional.
Por outro lado, expressam o repúdio pelo facto dos resultados dos alunos e das escolas terem incidência sobre a avaliação dos professores.
Os professores consideram, igualmente, que as recomendações do Conselho Ciêntífico da Avaliação “não foram respeitadas pela tutela”.
Por fim criticam a excessiva carga burocrática que o processo de avaliação exige dos professores, por este conjunto de razões, concluíram, que deviam aprovar a suspensão do processo de avaliação.














