Em SetúbalTeatro motiva jovens a reflectir sobre sexualidade
A sexualidade e as várias questões que ela desperta têm sido, na última semana, tema de discussão entre os jovens setubalenses que assistiram, a 14 de Outubro, ao teatro-debate “Nem muito simples... nem demasiado complicado”, organizado pelo projecto Jovens em Vantagem e levado à cena pela Usina.
Composta por duas sessões, a iniciativa reuniu mais de 250 jovens, com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos, que assistiram, de forma participativa, a esta acção financiada através do programa Cuida-te, do Instituto Português da Juventude (IPJ).
Composta por duas sessões, a iniciativa reuniu mais de 250 jovens, com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos, que assistiram, de forma participativa, a esta acção financiada através do programa Cuida-te, do Instituto Português da Juventude (IPJ).
Por Jornal Rostos
«Os jovens puderam reflectir em conjunto sobre todas as questões relacionadas com a sexualidade e com as dúvidas próprias da faixa etária, num espaço de debate informal que lhes permitiu falar sem receio dos juízos de valor que tantas vezes surgem associados a esta temática, o que foi extremamente produtivo», afirmou Ana Jorge, responsável técnica do Jovens em Vantagem, projecto coordenado pela ACM/YMCA de Setúbal em parceria com O Sonho e a Associação de Professores e Amigos das Crianças do Casal das Figueiras.
Igual satisfação manifestou a professora Celeste Aldeias, da Escola Secundária Lima de Freitas, sublinhando que a forma lúdica como o tema da sexualidade foi apresentado «ajudou a quebrar o gelo e foi um bom ponto de partida para o projecto de Educação Sexual da própria escola, que está a ser preparado».
«Devido ao teatro-debate, os professores perceberam que tipo de técnicas podem ajudar a comunicar de forma mais eficaz com os seus alunos acerca desta matéria», revelou a docente, acrescentando que, nos dias posteriores à iniciativa, os jovens, com idades compreendidas entre os 14 e os 17, «discutiram as histórias do teatro-debate em aula».
Na Escola Básica 2/3 da Bela Vista, onde o público tinha idades compreendidas entre os 11 e os 15 anos, o teatro-debate também foi considerado «muito bom», permitindo igualmente aferir que o trabalho desenvolvido pelo próprio estabelecimento está, também ele, a dar frutos.
«Fiquei particularmente satisfeita quando um dos alunos interrompeu os actores para corrigir algo que estava a ser feito de forma errada. Isso significa que o trabalho que temos desenvolvido no Clube de Saúde, usando técnicas pedagógicas não-formais para abordar vários temas, incluindo o da sexualidade, está a ter efeito junto destes jovens», afirmou Olga Couto, professora da Escola Básica 2/3 da Bela Vista.
Igual satisfação manifestou a professora Celeste Aldeias, da Escola Secundária Lima de Freitas, sublinhando que a forma lúdica como o tema da sexualidade foi apresentado «ajudou a quebrar o gelo e foi um bom ponto de partida para o projecto de Educação Sexual da própria escola, que está a ser preparado».
«Devido ao teatro-debate, os professores perceberam que tipo de técnicas podem ajudar a comunicar de forma mais eficaz com os seus alunos acerca desta matéria», revelou a docente, acrescentando que, nos dias posteriores à iniciativa, os jovens, com idades compreendidas entre os 14 e os 17, «discutiram as histórias do teatro-debate em aula».
Na Escola Básica 2/3 da Bela Vista, onde o público tinha idades compreendidas entre os 11 e os 15 anos, o teatro-debate também foi considerado «muito bom», permitindo igualmente aferir que o trabalho desenvolvido pelo próprio estabelecimento está, também ele, a dar frutos.
«Fiquei particularmente satisfeita quando um dos alunos interrompeu os actores para corrigir algo que estava a ser feito de forma errada. Isso significa que o trabalho que temos desenvolvido no Clube de Saúde, usando técnicas pedagógicas não-formais para abordar vários temas, incluindo o da sexualidade, está a ter efeito junto destes jovens», afirmou Olga Couto, professora da Escola Básica 2/3 da Bela Vista.














