Mário Durval, Delegado de Saúde do Montijo, Barreiro, Moita e Alcochete«Ensinar a educação sexual não é ensinar a tecnologia da fornicação»
“Ensinar a educação sexual não é ensinar a tecnologia da fornicação. Não é nada disso. Educação sexual são as relações, os afectos, o encarar da sexualidade como uma potencialidade que todos temos e que pode ser usada bem ou mal. Tentamos que os jovens olhem para a sua sexualidade de uma forma natural e sem tabus, mas que a utilizem de uma forma segura e consciente e efectivamente sólida”, disse Mário Durval, Delegado de Saúde do Montijo, Barreiro, Moita e Alcochete, ao «Jornal das Caldas».

Por Jornal Rostos
Refere-se na noticia que o encontro decorreu durante dois dias, onde os docentes ouviram de responsáveis da saúde pública de Lisboa e Vale do Tejo alguns conselhos e normas para ministrar este tema nas escolas.
Em declarações ao «Jornal das Caldas» Mário Durval, delegado de Saúde do Montijo, Barreiro, Moita e Alcochete, referiu que os docentes tiveram a possibilidade, durante estes dois dias, de discutir e vincar que a educação sexual deve ser dada em todas as disciplinas, sem tabus e de uma forma objectiva sem qualquer tipo de preconceito.
Ensinar a educação sexual não é ensinar a tecnologia da fornicação
“Ensinar a educação sexual não é ensinar a tecnologia da fornicação. Não é nada disso. Educação sexual são as relações, os afectos, o encarar da sexualidade como uma potencialidade que todos temos e que pode ser usada bem ou mal. Tentamos que os jovens olhem para a sua sexualidade de uma forma natural e sem tabus, mas que a utilizem de uma forma segura e consciente e efectivamente sólida”, disse Mário Durval ao «Jornal das Caldas».
Professores têm de se habituar a debater estas questões
“Os professores são de todos os grupos disciplinares porque a educação sexual é feita em todas as disciplinas com diversos pontos de vista. A educação sexual deve ser dada consoante os próprios jovens. Se eles tiverem um problema deve ser resolvido na hora. Os professores têm de se habituar a debater estas questões, porque a sexualidade é uma coisa do nosso dia-a-dia”, salientou o Delegado de Saúde, Mário Durval.














