Tintas Inteligentes e amigas do AmbienteEquipa do Politécnico de Setúbal vence Concurso Nacional de Empreendedorismo
O projecto “Smartpaint” do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) conquistou o 1º prémio da 7ª edição do Concurso Nacional Poliempreende que decorreu nos dias 17 e 18 de Setembro, em Viana do Castelo. O projecto vencedor desta edição, coordenada a nível nacional pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo, visa a produção de tintas inteligentes e amigas do ambiente que mudam de cor com a temperatura ou com o grau de deformação do objecto que revestem, de uma forma quantitativa.

Por Jornal Rostos
Estas tintas apresentam potencial para preencherem vários nichos de mercado, com “alto valor acrescentado”, tanto no sector Industrial (na monitorização do grau de deformação de peças constantemente sujeitas a tensão ou que sofram degradação térmica acima de um dado limite de temperatura, com vista a substituições preventivas), como em Arquitectura (permitindo criar espaços interactivos: pisos que mudam de cor ao serem percorridos, paredes cuja cor se altera ao longo do dia, por variação térmica, etc.) como ainda em Design (produção de louças que mudem de cor ao longo da refeição, cinzeiros para bares, brinquedos, etc.) ou mesmo em Publicidade.
Trata-se de um projecto com um elevado grau de inovação onde convergiram alguns dos aspectos críticos que, frequentemente, acabam por determinar a diferenciação que os destaca dos restantes. Por um lado, é promovido por uma equipa mista que inclui docentes e alunos com elevadas competências científicas complementares, capacidade e história de investigação, oriundos de instituições diferentes e dotados da curiosidade em compreender como valorizar esses activos. Por outro, uma estrutura (OTIC-IPS) que proporciona as ferramentas necessárias aos empreendedores, desde um plano de formação em negócios até a um apoio personalizado desde a ideia até ao mercado.
Como afirma Susana Gonçalves, uma das promotoras deste projecto, constituída ainda por Pedro Marques de Almeida, docente do ISEL/IPL, e Rúben Miguel da Encarnação, estudante da Escola Superior do Barreiro (ESTBarreiro/IPS), “a passagem pelo 7º Poliempreende, fez-nos, portanto, crer que os mundos da ciência e do empreendedorismo são, definitivamente, compatíveis. São duas faces da mesma moeda. Cada um tem, simplesmente, a função de dar significado ao outro. Transpor este ponto de vista para a prática parece ter sido a tarefa que o júri, não sem um toque de ironia, nos propôs fazermos a seguir… Esperemos estar à altura!”
Recorde-se que no âmbito do concurso Poliempreende – que pretende fomentar o empreendedorismo nos alunos do Ensino Superior Politécnico e o surgimento de novas e inovadoras empresas - cada Instituto Politécnico promoveu um concurso regional, que permitiu apurar o melhor projecto para concorrer a nível nacional.
«Não temos dúvidas que persistindo é possível quebrar a barreira devendo referir-se a importância que o Poliempreende tem tido na constituição de novas empresas empreendedoras», adianta Pedro Dominguinhos, vice-presidente para a área do empreendedorismo e ligação às empresas do IPS. Da iniciativa já resultaram 302 projectos, envolvendo cerca de 900 alunos e mais de 50 docentes, que levaram à criação de 22 empresas (havendo outras 36 em fase de criação) e ao registo de várias dezenas de patentes. Todas estas empresas promovem jovens licenciados e com elevadas qualificações técnicas e académicas.
O responsável explica ainda a importância da inclusão do empreendedorismo na estratégia do IPS, em que «a persistência desta linha de acção nas prioridades da Presidência tem permitido a consolidação de recursos, de ferramentas e de rotinas que, de forma gradativa, tem crescido tanto em termos de visibilidade interna como externa e começa a dar os frutos que, a médio prazo, sempre confiámos serem alcançáveis».
Trata-se de um projecto com um elevado grau de inovação onde convergiram alguns dos aspectos críticos que, frequentemente, acabam por determinar a diferenciação que os destaca dos restantes. Por um lado, é promovido por uma equipa mista que inclui docentes e alunos com elevadas competências científicas complementares, capacidade e história de investigação, oriundos de instituições diferentes e dotados da curiosidade em compreender como valorizar esses activos. Por outro, uma estrutura (OTIC-IPS) que proporciona as ferramentas necessárias aos empreendedores, desde um plano de formação em negócios até a um apoio personalizado desde a ideia até ao mercado.
Como afirma Susana Gonçalves, uma das promotoras deste projecto, constituída ainda por Pedro Marques de Almeida, docente do ISEL/IPL, e Rúben Miguel da Encarnação, estudante da Escola Superior do Barreiro (ESTBarreiro/IPS), “a passagem pelo 7º Poliempreende, fez-nos, portanto, crer que os mundos da ciência e do empreendedorismo são, definitivamente, compatíveis. São duas faces da mesma moeda. Cada um tem, simplesmente, a função de dar significado ao outro. Transpor este ponto de vista para a prática parece ter sido a tarefa que o júri, não sem um toque de ironia, nos propôs fazermos a seguir… Esperemos estar à altura!”
Recorde-se que no âmbito do concurso Poliempreende – que pretende fomentar o empreendedorismo nos alunos do Ensino Superior Politécnico e o surgimento de novas e inovadoras empresas - cada Instituto Politécnico promoveu um concurso regional, que permitiu apurar o melhor projecto para concorrer a nível nacional.
«Não temos dúvidas que persistindo é possível quebrar a barreira devendo referir-se a importância que o Poliempreende tem tido na constituição de novas empresas empreendedoras», adianta Pedro Dominguinhos, vice-presidente para a área do empreendedorismo e ligação às empresas do IPS. Da iniciativa já resultaram 302 projectos, envolvendo cerca de 900 alunos e mais de 50 docentes, que levaram à criação de 22 empresas (havendo outras 36 em fase de criação) e ao registo de várias dezenas de patentes. Todas estas empresas promovem jovens licenciados e com elevadas qualificações técnicas e académicas.
O responsável explica ainda a importância da inclusão do empreendedorismo na estratégia do IPS, em que «a persistência desta linha de acção nas prioridades da Presidência tem permitido a consolidação de recursos, de ferramentas e de rotinas que, de forma gradativa, tem crescido tanto em termos de visibilidade interna como externa e começa a dar os frutos que, a médio prazo, sempre confiámos serem alcançáveis».














