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Agrupamento de Escolas José Afonso de Alhos Vedros na MoitaExige uma política que defenda a Escola Pública de qualidade para todos

O Conselho Geral do Agrupamento de Escolas José Afonso, de Alhos Vedros, no concelho da Moita, em comunicado, congratula-se com a cessação de vigência do decreto-lei que “colocava em causa a acção em espaço de sala de aula, a segurança e a pedagogia activa na disciplina de Educação Visual e Tecnológica (EVT)”.

Por outro lado, reconhece como positiva a “decisão da maioria parlamentar de suspender o actual sistema de avaliação de desempenho docente”.

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Agrupamento de Escolas José Afonso de Alhos Vedros na Moita Exige uma política que defenda a Escola Pública de qualidade para todos

Por Jornal Rostos

Divulgamos o texto integral do comunicado do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas José Afonso, de Alhos Vedros:

Tomada de Posição

O Conselho Geral do Agrupamento de Escolas José Afonso, de Alhos Vedros, na sua reunião de 5 de Abril, congratula-se com a cessação de vigência do decreto-lei nº 18/2011, de 2 de Fevereiro, que impunha como principais medidas, a quase eliminação das áreas curriculares não disciplinares e colocava em causa a acção em espaço de sala de aula, a segurança e a pedagogia activa na disciplina de Educação Visual e Tecnológica (EVT) que, passava a ser ministrada por um único professor.

Por outro lado, sublinha congratula-se também com a decisão da maioria parlamentar de suspender o actual sistema de avaliação de desempenho docente

As declarações do Governo, após a votação da cessação da vigência pela oposição parlamentar, confirmaram o objectivo único e exclusivamente economicista das medidas, que se destinavam a eliminar horários de trabalho dos docentes e os correspondentes postos de trabalho; inclusivamente, estas medidas já estavam contempladas no Orçamento de Estado para 2011.

O Conselho Geral congratula-se também com a decisão da maioria parlamentar de suspender o actual sistema de avaliação de desempenho docente, o que vai ao encontro daquilo que tem sido o entendimento deste órgão, que tem votado contra qualquer proposta ou procedimento que se relacione com este modelo.

Este órgão manifesta ainda preocupação com a publicação do despacho 5328/2011 de 28 de Março que irá condicionar em muito a implementação de estratégias pedagógicas de intervenção na comunidade escolar assim como irá limitar a acção das estruturas do Agrupamento, com a consequência que tais medidas terão nas metas a atingir.

Este Conselho Geral reafirma a exigência de uma política que defenda a Escola Pública de qualidade para todos, onde a par da promoção do sucesso e do combate ao abandono, se qualifiquem as crianças e jovens como cidadãos que se saibam identificar com os valores da democracia.

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