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Vida

Presidente do IPBeja visitou Herdade do Vale da Rosa

A deslocação ocorreu no âmbito das actividades preparatórias da realização do Forum para o Desenvolvimento e tinha como finalidade estreitar as relações que o Politécnico de Beja tem vindo a estabelecer com várias empresas da região

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Presidente do IPBeja visitou Herdade do Vale da Rosa

Por Jornal Rostos

O Presidente do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), Vito Carioca, visitou, no passado dia 15 de Junho, a Herdade do Vale da Rosa, em Ferreira do Alentejo, no âmbito das actividades preparatórios para Fórum para o Desenvolvimento, iniciativa que o IPBeja irá organizar no mês de Novembro.

A comitiva do IPBeja, que incluía ainda o Pró-Presidente para a Imagem e Comunicação, Aldo Passarinho, e a Directora do Centro de Transferência e Conhecimento (CTC), Isabel Sofia, foi recebida pelo Administrador da empresa, António Silvestre Ferreira, e teve como objectivo estreitar ainda mais a relação que o Politécnico de Beja tem vindo a estabelecer, em áreas estratégicas, com o tecido empresarial da região.

Da deslocação a esta empresa de produção de uvas de mesa de alta qualidade, com forte presença no mercado exterior, resultou a determinação de as duas entidades procurarem oportunidades de colaboração em conjunto, de forma a partilhar as experiências e o conhecimento que têm acumulado ao longo dos tempos.

“Colocámos ao vosso dispor todo o nosso know-how, a nossa boa vontade, os nossos edifícios e os nossos docentes”, afirmou Vito Carioca, durante o encontro, dizendo ainda que “o conhecimento empírico e o conhecimento sobre as práticas” adquiridas no Vale da Rosa são igualmente “um conhecimento muito valioso”.

Por seu lado, António Silvestre Ferreira mostrou-se receptivo a esta aproximação do IPBeja, reiterando que “as empresas desta região precisam desta ajuda preciosa das instituições de ensino superior”.

O Administrador da empresa defendeu ainda que Agricultura é uma área que foi marginalizada, mas que ainda “pode fazer milagres”. O Vale da Rosa dá, em média, 300 empregos por mês e, actualmente, “só não exporta mais porque não pode. Conseguimos fazer uma óptima figura no mercado internacional com produtos feitos no Alentejo”, rematou.

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