Investigação da UC resolve problema da Sociedade Americana de Rododendros (Azáleas)
Até aqui a ciência assumia que os rododendros (azáleas) triplóides (com três cópias iguais no seu genoma) eram, na sua maioria, estéreis. Uma investigação realizada por uma equipa de investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra (UC), especialistas em estudos de espécies poliplóides, revela que não é assim. Há rododendros desta natureza férteis e por isso capazes de se reproduzir e produzir descendência viável.
Por Jornal Rostos
A descoberta, que é destacada pelo Arboreto da prestigiada Universidade de Harvard: http://arboretum.harvard.edu/research/living-collections-research/, resulta de uma investigação sobre a evolução do genoma dos rododendros, e foi realizada em parceria com a Sociedade Americana de Rododendros, uma sociedade científica que reúne investigadores interessados neste grupo de plantas.
Face ao elevado insucesso nos cruzamentos de plantas realizados, os investigadores americanos procuraram ajuda na Universidade Coimbra: «devido à ausência de informação genética dos rododendros, os investigadores americanos faziam cruzamentos “às cegas”, ou seja, quase por tentativa / erro, o que resultava frequentemente em fracasso porque não consideravam as incompatibilidades da reprodução sexual», explica João Loureiro, coordenador da investigação.
O objectivo destes cruzamentos é conceber plantas mais vigorosas e vistosas, resistentes a intempéries e capazes de se reproduzirem para eventual comercialização. Os resultados da investigação realizada na Universidade de Coimbra permitem «fazer cruzamentos estáveis porque fornecemos um conjunto de informação sobre o genoma essencial para o sucesso da operação», conclui João Loureiro.
Face ao elevado insucesso nos cruzamentos de plantas realizados, os investigadores americanos procuraram ajuda na Universidade Coimbra: «devido à ausência de informação genética dos rododendros, os investigadores americanos faziam cruzamentos “às cegas”, ou seja, quase por tentativa / erro, o que resultava frequentemente em fracasso porque não consideravam as incompatibilidades da reprodução sexual», explica João Loureiro, coordenador da investigação.
O objectivo destes cruzamentos é conceber plantas mais vigorosas e vistosas, resistentes a intempéries e capazes de se reproduzirem para eventual comercialização. Os resultados da investigação realizada na Universidade de Coimbra permitem «fazer cruzamentos estáveis porque fornecemos um conjunto de informação sobre o genoma essencial para o sucesso da operação», conclui João Loureiro.














