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Vida

ESS/IP Setúbal organiza pela 2ª vez em PortugalPrograma Internacional em Terapia da Fala – Models/Systems of Service Delivery

De 6 a 11 de Novembro, a Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal (ESS/IPS) organiza, pela 2ª vez em Portugal, o Programa Internacional em Terapia da Fala – Models/Systems of Service Delivery, evento que tem como objectivo promover a troca de experiências e informação entre os estudantes finalistas de Terapia da Fala de vários países europeus.

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ESS/IP Setúbal organiza pela 2ª vez em Portugal Programa Internacional em Terapia da Fala – Models/Systems of Service Delivery

Por Jornal Rostos

Este encontro internacional conta com a participação de 62 estudantes e 12 docentes provenientes de instituições de ensino superior de Portugal (ESS/IPS), Bélgica, Holanda, Inglaterra, Espanha e Eslovénia. Decorre no aldeamento turístico FPalmela, em Águas de Moura, onde durante uma semana são desenvolvidas, em conjunto, actividades académicas e de lazer.

Na prática, os estudantes têm que, em grupos, trocar informação sobre modelos/sistemas de intervenção nos vários países, a partir de vários casos clínicos que são fornecidos e trabalhados previamente. As conclusões são colocadas em posters, os quais são afixados e sujeitos à apreciação de todos os participantes. No programa estão, ainda, agendados diversos workshops em áreas específicas da terapia da fala, com abordagem de temas como a comunicação sem palavras, o uso de metáforas na intervenção com pessoas com gaguez, a massagem laríngea na intervenção na voz, a massagem facial e o bilinguismo e perturbações da linguagem.

O evento tem lugar uma vez por ano, sendo a organização feita, alternadamente, nos diversos países que nele participam. Este ano, a organização e realização do Programa em Terapia da Fala coube, pela segunda vez, à Escola Superior de Saúde do IPS que, como explicam Helena Germano e Marina Jesus, docentes da ESS/IPS e responsáveis pela iniciativa em Portugal, «enquadra-se no âmbito da estratégia de Internacionalização da Escola ao permitir, aos estudantes, o desenvolvimento de uma visão mais abrangente do exercício da profissão noutros países e a recolha de informação relevante para a construção de modelos de actuação que incluam aspectos já em aplicação nesses mesmos países».

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