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Processo de «agregações de escolas» no BarreiroCâmara Municipal manifesta posição contra

Regina Janeiro, vereadora responsável pela área da Educação, na última reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro, realizada na AURPIL, no Lavradio, apresentou uma moção sobre a “agregação de escolas”, que foi aprovada por maioria, com a abstenção de Nuno Banza, vereador social democrata.

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Processo de «agregações de escolas» no Barreiro Câmara Municipal manifesta posição contra

Por Jornal Rostos

Segundo a moção apresentada por Regina Janeiro, o processo de agregação de escolas que vai ter no concelho do Barreiro consequências negativas dando origem a “problemas significativos”, salientando-se que neste processo de agregações “não se encontra qualquer fundamentação técnica ou pedagógica”, “ou “vantagens educativas”.

Processo tem por base “medidas economicistas

É referido que este processo tem por base “medidas economicistas” e vai contribuir para a “desumanização das escolas”, promovendo “um afastamento cada vez maior dos diferentes níveis de ensino”.

Não tem em conta os projectos educativos das escolas

Refere igualmente que este processo não tem em conta os projectos educativos das escolas, defendendo a necessidade de serem ouvidos os parceiros da Comunidade Educativa.
A moção sublinha que a constituição de «mega agrupamentos» nesta fase do ano lectivo não contribui para o bom funcionamento das escolas.
Neste contexto na moção, a Câmara Municipal do Barreiro manifesta estar contra o processo de agregações.

Escolas devem prepara-se para a verticalização

Amilcar Romano, PS, referiu que esta moção – “é para consumo interno e redutora”, acrescentando que é um documento que “não valoriza a posição da Câmara em relação à defesa da escola pública”.
O autarca sublinhou que apesar desta sua análise e discordar de alguns aspectos daa moção a posição dos vereadores socialistas era votar favoravelmente a moção.
Amílcar Romano referiu que “as escolas têm de compreender e adaptar-se ao objectivo da verticalização”, porque há “mudanças a fazer” e “numa fase posterior passar para este nível de verticalização”.

Não apresentou sugestões ao texto da moção

Regina Janeiro, salientou o facto de Amílcar Romano não ter apresentado qualquer sugestão de alteração ou reformulação do texto da moção que apresentou.
A moção foi votada, sendo aprovada por maioria, com os votos favoráveis dos vereadores da CDU, PS e vereador independente, tendo a abstenção do PSD.

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