Fórum “Rostos on line”Barreiro “Velho”, um Ghetto ?
O debate está aberto. Uma proposta de reflexão onde todos os interessados podem dar o seu contributo.
Se está interessado em participar envie o seu mail para jornal@rostos.pt e ser-lhe-á enviada a sua password.

Por António Sousa Pereira
Abrimos no “Rostos on line” o Fórum que desejamos se transforme, pouco a pouco, num espaço de debate e confronto positivo de ideias sobre a cidade, para a cidade.
Há vários temas em aberto. Há várias matérias que merecem a nossa participação e atenção, mas, este tema sobre o Barreiro Velho e seu futuro, para nós, vai merecer uma atenção especial.
O jornal “Rostos” vai procurar promover um debate alargado sobre esta temática, recolher opiniões de políticos, empresários e cidadãos anónimos.
Durante este ano esperamos editar um Caderno Especial dedicado a este tema e esperamos contribuir para que todos fiquem atentos e alerta para a importância deste tema e a sua importância no modelo de cidade que todos desejamos.
Um debate aberto
“Para que daqui a 50 anos, os vindouros não continuem a lamentar a degradação do Barreiro Velho” – como escreve um dos participantes no Fórum.
Para que o Barreiro Velho seja olhado com um novo olhar. Para que o Barreiro velho seja parte integrante da cidade que queremos construir no futuro.
Aqui fica o nosso apelo: Participe no Fórum. As suas palavras irão integrar o Caderno que jornal “Rostos” irá editar para lançar um amplo debate público sobre este espaço urbano da nossa cidade.
Requalificar a Cidade
Por exemplo, o Partido Socialista, quando oposição, lançou o repto de ser criada uma Empresa Municipal tendo como principal prioridade agir na requalificação do Barreiro Velho. Será esta, ainda, uma ideia actual?
No âmbito da discussão da revisão do PDM como deve ser abordado este tema de renovação do Barreiro Velho?
Que modelo de “Barreiro velho” desejamos? Barreiro de bares? Um misto de zona comercial, lúdica e habitacional?
Para quando o fim de circulação de carros no Barreiro Velho?
Uma causa pelo futuro
Se, pela nossa acção ajudarmos a reflectir e a promover um debate participado sobre este tema, mesmo que outros venham a seguir os nossos passos, então, achamos que valeu a pena, lançarmos este repto.
A autarquia tem, neste caso um papel essencial, sendo o motor do lançamento de pistas, abrindo espaço à reflexão, unindo esforços entre o sector público e privado de forma a que este importante espaço urbano não continue a degradar-se e a cair aos bocados, devido à erosão do tempo.
Se há causas que podem ser erguidas como um exemplo real de uma gestão autárquica que foi impotente para conciliar vontades, apresentar projectos e evitar a degradação social e urbana, este, de facto, o Barreiro Velho, é bem um exemplo flagrante.
O Barreiro Velho é a nossa ORIGEM, ali está muito da nossa memória colectiva e da tão apregoada “cultura Camarra” será que ainda vamos a tempo de recuperar o tempo perdido.













