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Setúbal - Celebração dos setenta anos do Dia das Nações UnidasAutarquia assinala que data serve para divulgar as conquistas da ONU

A Câmara Municipal aprovou ontem, por maioria, em reunião ordinária, uma moção que assinala a importância da celebração dos setenta anos do Dia das Nações Unidas, que se comemora a 24 de outubro.

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Setúbal - Celebração dos setenta anos do Dia das Nações Unidas Autarquia assinala que data serve para divulgar as conquistas da ONU

Por Jornal Rostos

A Autarquia assinala que a data serve para “divulgar e difundir, pelos povos do mundo, os valores, os princípios, os objetivos e as conquistas da ONU (Organização das Nações Unidas), que se assumem hoje como padrões normativos de referência no direito internacional e que, no seu conjunto, uniram nações de todo mundo num projeto comum, que conta hoje com 193 Estados-Membros”.

Por outro, acrescenta, a celebração é uma forma de reconhecimento do “inestimável contributo” da ONU “para a paz e bem comum”, bem como para “continuar a obter apoio para o cumprimento da sua missão e para a prossecução dos seus desígnios”.

A moção destaca as campanhas antipobreza, as forças de manutenção de paz, a mediação de conflitos e as missões humanitárias desenvolvidas pela ONU, organização que tem construído um legado humanitário à escala internacional.

Há, hoje, “a responsabilidade de reafirmar e renovar o compromisso e a determinação de todos os povos e nações na construção do nosso destino comum” com vista a “um futuro de paz e prosperidade para toda a humanidade, onde cada ser humano seja um ator digno do seu próprio destino e onde todos os países e povos, sem exceção, tenham uma participação e uma real e equitativa incidência no processo decisório”, afirma o texto.

A moção acrescenta que, num mundo global e multipolar em constante mutação que convoca a construção de novos laços de solidariedade, “o papel e o contributo da ONU são indispensáveis, como forma de assegurar o cumprimento da nova Agenda para o Desenvolvimento e de garantir o domínio do direito e o recurso incansável às negociações, à mediação e à arbitragem em matérias transversais como os fluxos migratórios, as alterações climáticas, a igualdade, a pobreza, o terrorismo ou os direitos humanos”.

Fonte - CMS

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