Fusão de clubes no Barreiro? Sim. Não. Talvez...
Ao longo dos anos, por várias vezes, tem sido abordado este tema – a fusão de clubes no concelho do Barreiro. Será que apesar de tantas vezes debatido alguma vez, os que abordaram esta temática, chegaram a uma conclusão, apontaram uma perspectiva de trabalho, lançaram sementes para que o assunto não ficasse apenas por uma mera abordagem.
Este tema, talvez por essa razão, pelo facto de ser reflectido e ser sempre inconclusivo, continua, naturalmente, a ser um tema em aberto.
Este tema, talvez por essa razão, pelo facto de ser reflectido e ser sempre inconclusivo, continua, naturalmente, a ser um tema em aberto.
Por António Sousa Pereira
Porque não se desenvolve um debate aberto, vivo, sem receios, sem fantasmas, procurando apontar pistas de trabalho e abrir perspectivas de futuro?
Será que analisar este tema com frieza, procurando soluções e, avaliando prós e contras, apontando caminhos de aproximação e de encontro, não é um dever de todos aqueles que, nos dias de hoje, se confrontam com enormes dificuldades para manter, com níves competitivos, os nossos clubes na cidade.
É impossível reflectir e pensar sobre as potencialidades e as virtualidades de uma eventual fusão entre o FCB e o Fabril? Será que este é mesmo um caminho impossível?
E se não é viável a fusão deste dois grandes clubes, porque não pensar na criação de uma SAD que possa gerir, ao nível destes dois clubes modalidades como o Futebol e o Basquetebol?
Será que todos continuamos a apostar na morte lenta, na incapacidade de superar as dificuldades, em vez de nos sentarmos à volta de uma mesa e procurarmos encontrar soluções?
Vemos as dificuldades que marcam a vida actual do Fabril. Sente-se o cansaço que marca o quotidiano daqueles que assumem a liderança do Barreirense.
“Não há dinheiro” – diz a Câmara. “Não tenho dinheiro” – sublinha o Manuel Lopes. E no Fabril as dificuldades também são enormes.
Claro que há a história e a memória deste dois grandes clubes. Mas a constituição de uma SAD que possa envolver empresários da região, essencialmente voltada para a gestão das modalidades mais representativas destes dois clubes – Futebol e Basquetebol – criando uma SAD “Desportivo Barreirense” é alguma ideia lunática ou utópica?
Não seria este um caminho para afirmar e desenvolver o conceito “Barreiro Cidade Desportiva”.
Sabemos que este é um tema difícil de abordar. Basta reflectir sobre as muitas vezes que ele esteve sobre a mesa, sem conclusões.
Mas, para quem quer apostar no desenvolvimento do nosso concelho e valorizar o seu património construído e a sua memória desportiva, sem dúvida que, nos dias de hoje, este é um tema que merece a reflexão, sem paixões exarcebadas, mas com o desejo de abrir brechas, rasgar caminhos e encontrar soluções.
Fusão – sim ou não ? SAD – sim ou não ?
Discutir. Dialogar. Analisar aquilo que separa. Equacionar as divergências. Perspectivar as potencialidades. Apontar as viabilidades. Conhecer o que temos e apontar o que poderíamos vir a ter.
Fica este tema para reflexão. E, desde já, o debate está aberto. Nós prometemos que este assunto, por polémico, vai merecer uma atenção especial e esperamos que no final se aponte uma solução – Sim ou Não. Ficarmos sem resposta será mantermos a pergunta em “banho maria” sem coragem de assumir um caminho.
È que, ao longo dos anos, nunca se apontou uma solução. Discute-se. Comenta-se. Depois adia-se...a resposta à pergunta. Ninguém quer assumir o Não, mas também ninguém quer assumir o SIM. Ficamos sempre no...talvez!
Será que analisar este tema com frieza, procurando soluções e, avaliando prós e contras, apontando caminhos de aproximação e de encontro, não é um dever de todos aqueles que, nos dias de hoje, se confrontam com enormes dificuldades para manter, com níves competitivos, os nossos clubes na cidade.
É impossível reflectir e pensar sobre as potencialidades e as virtualidades de uma eventual fusão entre o FCB e o Fabril? Será que este é mesmo um caminho impossível?
E se não é viável a fusão deste dois grandes clubes, porque não pensar na criação de uma SAD que possa gerir, ao nível destes dois clubes modalidades como o Futebol e o Basquetebol?
Será que todos continuamos a apostar na morte lenta, na incapacidade de superar as dificuldades, em vez de nos sentarmos à volta de uma mesa e procurarmos encontrar soluções?
Vemos as dificuldades que marcam a vida actual do Fabril. Sente-se o cansaço que marca o quotidiano daqueles que assumem a liderança do Barreirense.
“Não há dinheiro” – diz a Câmara. “Não tenho dinheiro” – sublinha o Manuel Lopes. E no Fabril as dificuldades também são enormes.
Claro que há a história e a memória deste dois grandes clubes. Mas a constituição de uma SAD que possa envolver empresários da região, essencialmente voltada para a gestão das modalidades mais representativas destes dois clubes – Futebol e Basquetebol – criando uma SAD “Desportivo Barreirense” é alguma ideia lunática ou utópica?
Não seria este um caminho para afirmar e desenvolver o conceito “Barreiro Cidade Desportiva”.
Sabemos que este é um tema difícil de abordar. Basta reflectir sobre as muitas vezes que ele esteve sobre a mesa, sem conclusões.
Mas, para quem quer apostar no desenvolvimento do nosso concelho e valorizar o seu património construído e a sua memória desportiva, sem dúvida que, nos dias de hoje, este é um tema que merece a reflexão, sem paixões exarcebadas, mas com o desejo de abrir brechas, rasgar caminhos e encontrar soluções.
Fusão – sim ou não ? SAD – sim ou não ?
Discutir. Dialogar. Analisar aquilo que separa. Equacionar as divergências. Perspectivar as potencialidades. Apontar as viabilidades. Conhecer o que temos e apontar o que poderíamos vir a ter.
Fica este tema para reflexão. E, desde já, o debate está aberto. Nós prometemos que este assunto, por polémico, vai merecer uma atenção especial e esperamos que no final se aponte uma solução – Sim ou Não. Ficarmos sem resposta será mantermos a pergunta em “banho maria” sem coragem de assumir um caminho.
È que, ao longo dos anos, nunca se apontou uma solução. Discute-se. Comenta-se. Depois adia-se...a resposta à pergunta. Ninguém quer assumir o Não, mas também ninguém quer assumir o SIM. Ficamos sempre no...talvez!













