Uma Festas onde...O melhor do Barreiro são as pessoas
23 de Agosto de 2003
Se mais nada existir para comentar, como nota final destas Festas do Barreiro 2003 e da MEI2003 – Mostra Empresrial e Institucional, fica esta referência aos milhares de barreirenses e visitantes que, nestes dias, viveram de forma intensa esta iniciativa.
Deu gosto ver aquela multidão anónima fruir de todos os espaços – nas Tasquinhas, na MEI, nos espectáculos. Foi de facto uma multidão em festa.
Deu gosto ver aquela multidão anónima fruir de todos os espaços – nas Tasquinhas, na MEI, nos espectáculos. Foi de facto uma multidão em festa.

Por António Sousa Pereira
As Festas da Cidade – ou Festas do Concelho do Barreiro – nunca será demais afirmar são, devem ser, um elemento integrante de políticas de comunicação municipal, isto é, elas, podem e devem ser, um instrumento de mobilização da terra, das suas gentes, do seu tecido económico e institucional, para divulgar o que somos e o que queremos.
As Festas são um meio de comunicação, dos mais antigos das comunidades, são esse ponto de encontro anual, onde todos podem estabelecer e estabelecem linhas de comunicação directa, rosto no rosto.
Só através de esforços de comunicação, vivos e criativos, procurando equacionar, interesses comuns, é possível dinamizar a vida de uma cidade.
Cada vez mais, perante o aumento de competitividade regional, cada cidade deve ser capaz de afirmar-se no contexto da sua região.
As Festas de uma cidade – com os seus divertimentos, mas introduzindo-lhe componentes diversificadas – devem contribuir para dinamizar três pilares da vida local – a sua plataforma económica; a sua dimensão sócio cultural e a afirmação das suas políticas autárquicas.
Se qualquer um destes três pilares estiver ausente das Festas da sua cidade, então tal, certamente, significa que, algum deles não está a contribuir com a sua dedicação para o desenvolvimento local. A cidade perde.
As Festas do Barreiro ou a MEI não são Festas da autarquia, são uma iniciativa de e para cidade. Devem ser construídas com a cidade.
Durante anos nunca tem sido debatido e aprofundado qual o papel e qual o interesse das Festas da Cidade na promoção do seu equilíbrio social, ou seja, no desenvolvimento conjunto e na integração do esforço mútuo e sincronizado dos três pilares referenciados – económico, sociocultural e autárquico. Por vezes parece que cada um caminha para lados opostos.
Não será uma cidade sociculturalmente activa algo essencial ao desenvolvimento?
Não será uma cidade economicamente dinâmica um factor fundamental na sua afirmação e centralidade na região?
Não será uma cidade com uma política autárquica participada um factor mobilizador de todos os agentes e uma caminho essencial para que os problemas e a procura de soluções sejam resolvidos pelo diálogo.
Que é que tudo isto tem a ver com Festas ?
Tem muito. Porque, de facto o futuro, passa pelo envolvimento dos cidadãos nas vivências da sua cidade. A Festa pode mobilizar.
Como dizia Cristina Santos, do PSD. – “há muito que o Barreiro precisava de umas Festas assim para mobilizar as pessoas”.
Este ano as Festas do Barreiro e a MEI2003, na sua complementaridade, mobilizaram as pessoas, abriram perspectivas. Inovaram.
Agora...bom agora, é preciso manter, melhorar e, acima de tudo, entender que as Festas e a MEI têm que ser encaradas e integradas no âmbito de políticas de comunicação e cultura, apostadas no desenvolvimento local.
As Festas são um meio de comunicação, dos mais antigos das comunidades, são esse ponto de encontro anual, onde todos podem estabelecer e estabelecem linhas de comunicação directa, rosto no rosto.
Só através de esforços de comunicação, vivos e criativos, procurando equacionar, interesses comuns, é possível dinamizar a vida de uma cidade.
Cada vez mais, perante o aumento de competitividade regional, cada cidade deve ser capaz de afirmar-se no contexto da sua região.
As Festas de uma cidade – com os seus divertimentos, mas introduzindo-lhe componentes diversificadas – devem contribuir para dinamizar três pilares da vida local – a sua plataforma económica; a sua dimensão sócio cultural e a afirmação das suas políticas autárquicas.
Se qualquer um destes três pilares estiver ausente das Festas da sua cidade, então tal, certamente, significa que, algum deles não está a contribuir com a sua dedicação para o desenvolvimento local. A cidade perde.
As Festas do Barreiro ou a MEI não são Festas da autarquia, são uma iniciativa de e para cidade. Devem ser construídas com a cidade.
Durante anos nunca tem sido debatido e aprofundado qual o papel e qual o interesse das Festas da Cidade na promoção do seu equilíbrio social, ou seja, no desenvolvimento conjunto e na integração do esforço mútuo e sincronizado dos três pilares referenciados – económico, sociocultural e autárquico. Por vezes parece que cada um caminha para lados opostos.
Não será uma cidade sociculturalmente activa algo essencial ao desenvolvimento?
Não será uma cidade economicamente dinâmica um factor fundamental na sua afirmação e centralidade na região?
Não será uma cidade com uma política autárquica participada um factor mobilizador de todos os agentes e uma caminho essencial para que os problemas e a procura de soluções sejam resolvidos pelo diálogo.
Que é que tudo isto tem a ver com Festas ?
Tem muito. Porque, de facto o futuro, passa pelo envolvimento dos cidadãos nas vivências da sua cidade. A Festa pode mobilizar.
Como dizia Cristina Santos, do PSD. – “há muito que o Barreiro precisava de umas Festas assim para mobilizar as pessoas”.
Este ano as Festas do Barreiro e a MEI2003, na sua complementaridade, mobilizaram as pessoas, abriram perspectivas. Inovaram.
Agora...bom agora, é preciso manter, melhorar e, acima de tudo, entender que as Festas e a MEI têm que ser encaradas e integradas no âmbito de políticas de comunicação e cultura, apostadas no desenvolvimento local.













