Barreiro tem neuróniosConversa com Fernando Sobral
Fernando Sobral, jornalista e escritor, vai partilhar estórias e memórias, falar das suas vivências, do homem, do jornalista, do escritor e do barreirense.

Por Jornal Rostos
Fernando Sobral nasceu em 1960.
Andou na Faculdade de Direito, da Universidade Clássica de Lisboa, mas a escrita enredou-o e levou a melhor.
Tem mais de uma dezena de livros publicados, entre romances e obras de carácter histórico, económico e político.
Na área da ficção, o seu título mais recente é “O Segredo do Hidroavião”, editado em 2014. Antes assinou “Ela Cantava Fados”, “L. Ville”, “O Navio do Ópio” e “Na Pista da Dança”.
Entre outras das suas obras, como autor e coautor, na área de não ficção, estão “O Banqueiro de Portugal”, “Alfredo da Silva”, “A CUF e o Barreiro”, “Os Mais Poderosos da Economia Portuguesa”, “A Teia do Poder”, ou “Os Anos Sócrates”.
Escreve também no “Jornal de Negócios”, onde é Grande Repórter e Cronista. Ali assina diariamente, há vários anos, a coluna de opinião política “O Pulo do Gato” e, mais recentemente, a página temática “Oriente”, uma análise semanal sobre a atualidade da Ásia e do Médio Oriente.
É também colunista do “Correio da Manhã”, onde assina opinião desportiva.
Jornalista desde os anos 80 escreveu para publicações de referência, entretanto extintas, como Semanário, “O Independente” e “Se7e”. Viveu também a febre das rádios, passando pela “Rádio Universidade Tejo” ou a “Correio da Manhã Rádio”, onde deu a conhecer novas tendências musicais, assinou reportagens sobre temáticas culturais e fez entrevistas. Foi, ainda, um dos fundadores da “Rádio Sul e Sueste”, uma estação local do Barreiro que, como muitas outras, não chegou ao século XXI.
Passou, igualmente, pela televisão, antes e depois do nascimento das estações privadas, colaborando em programas musicais e dedicados à literatura. Nestes, destaque para “Escrita em Dia”, na SIC, ou “Ler para Crer”, na RTP.
Nas últimas décadas, assinou artigos em títulos tão variados como as revistas “Ler”, “Máxima”, ou “Sábado” e foi também jornalista no “Diário Económico”.













