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Inferências

António Valdemar no Rotary Clube do Barreiro«Barreiro tem o privilégio de fazer parte dos factores de modernização do início do século XX»

António Valdemar, jornalista e investigador, participou num jantar-palestra do Rotary Clube do Barreiro, onde sublinhou que o Barreiro é um dos factores de modernização de Portugal no século XX, através da CUF, sendo pioneiro, por exemplo, no processo de electrificação do país.

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Por Jornal Rostos

O jornalista, investigador e olisipógrafo, António Valdemar, marcou presença no Barreiro, numa das habituais sessões do Rotary Clube do Barreiro.
O prelector iniciou a sua intervenção salientando que incluía – “o Barreiro entre os factores de modernização do país”.

Abertura de Portugal ao mundo

António Valdemar, salientou que, em Portugal, “a modernidade começa no século XX” colocando como referência cronológica a República – “o século XX começa se nós quisermos com a República”.
“O começo do Século XX manifesta-se em primeiro lugar na educação”, referiu, acrescentando a justiça, o comércio as comunicações, os transportes, o turismo e a inventariação do património.
Estes, salientou, foram factores de - “abertura de Portugal ao mundo, são factores de modernidade”,

Conflitos na República

Salientou que na República – “os conflitos tiraram a beleza das ideias e a própria convivência fraternal, que une as pessoas na adversidade”.
Recordou o reinado de D. Luís – entre 1863 – 1890 – Foi pacifico, mas, no fim do século registou-se a cisão de vários partidos.
Referiu que o Partido Republicano cindiu-se em três – Partido Democrático, Partido Evolucionista e Partido Unionista.

Electrificação no país começou a manifestar-se no Barreiro

António Valdemar, sublinhou que – “o Barreiro está incluído nos factores de modernidade”, nomeadamente com a instalação da CUF em 1907 – “ano da ditadura de João Franco”.
Referiu que a CUF deu contributos no desenvolvimento da agricultura, na produção de energia – “a electrificação no país começou a manifestar-se no Barreiro”.
“O Barreiro tem o privilégio de fazer parte dos factores de modernização do inicio do século XX”, disse.

Henrique Galvão um dos maiores escritores

António Valdemar, referiu o papel do Barreiro nos descobrimentos, a importância do sal que foi uma «produto de troca» nas relações com a europa.
Evocou o nome do barreirense, Henrique Galvão como “um dos maiores escritores de língua portuguesa”.
Recordou os textos dedicados ao Barreiro, escritos por Fialho de Almeida.

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