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Inferências

A(nota)mentos - BarreiroRui Monteiro Leite – na sua obra está a dimensão do homem

Ontem à noite, no encerramento da VIII Bienal de Pintura de Pequeno Formato, evento promovido pelo CACAV – Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros em cooperação com a Junta de Freguesia de Alhos Vedros e Câmara Municipal da Moita, foi vivido um momento de DEDICATÓRIA ao artista plástico do Barreiro – Rui Monteiro Leite, marcado de emoção e ternura.

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A(nota)mentos - Barreiro Rui Monteiro Leite – na sua obra está a dimensão do homem

Por Jornal Rostos

Rui Monteiro Leite faleceu em 10 de Junho de 2008, tendo nesse ano recebido a distinção de «Rosto do Ano – Memória».
No voto de pesar, apresentado por Rui Madeira, PCP/CDU, na Assembleia Municipal do Barreiro, foi recordado que Rui Monteiro Leite como uma “figura de vanguarda no campo da estética” que nos legou “uma obra que ainda não conseguimos classificar”.
Rui Madeira, emocionado, salientou a importância da obra de Rui Monteiro Leite, referindo que “é nela que está a dimensão do homem”.

Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, em 2013, no dia que se assinalaram cinco anos da partida do artista barreirense, numa sessão promovida pelo jornal «Rostos», evocando o homem e a obra de Rui Monteiro Leite, referiu estar em marcha a realização de uma exposição no Auditório Municipal Augusto Cabrita, para divulgar a obra de Rui Monteiro Leite.

O tempo passou e ontem, em Alhos Vedros, no concelho da Moita, um momento de afecto, recordou o filósofo, o artista plástico, a obra e o seu olhar sobre a sua terra Barreiro.
Tivemos a honra de contar, aqui, nas nossas páginas com a colaboração regular de Rui Monteiro Leite, que nos brindou com um conjunto de textos de reflexão sobre a estética, o belo, a arte e a metafisica – o seu olhar sobre a vidas e sobre o mundo.

O próximo ano – 2018 – será marcado pelo 10º aniversário da partida de Rui Monteiro Leite, essa efeméride pode ser, de facto, o momento para evocar a sua memória, dando a conhecer o seu legado artístico e filosófico.
Fica aqui o registo. Afinal, uma cidade que esquece os seus criadores esquece a sua criatividade…

António Sousa Pereira

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