Saltar para o conteúdo
Inferências

PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMAAVISO À POPULAÇÃO

A previsão meteorológica para as próximas horas aponta para o agravamento do estado do tempo devido à passagem de uma tempestade forte sobre o território de Portugal continental, sendo expetável que o período mais crítico dos seus efeitos se verifique entre as 18h de hoje (10dez) e as 06h de amanhã (11dez

4 min de leitura
PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMA AVISO À POPULAÇÃO

Por Jornal Rostos

AVISO À POPULAÇÃO

PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMA

1. SITUAÇÃO

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, 10 de dezembro, pelo Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), a previsão meteorológica para as próximas horas aponta para o agravamento do estado do tempo devido à passagem de uma tempestade forte sobre o território de Portugal continental, sendo expetável que o período mais crítico dos seus efeitos se verifique entre as 18h de hoje (10dez) e as 06h de amanhã (11dez), dando origem a:

• Vento forte, com rajadas muito fortes, com especial incidência nas terras altas dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Guarda, Aveiro e Coimbra, podendo verificar-se fenómenos extremos de vento a nível local;

• Precipitação forte e persistente, com episódios de aguaceiros pontualmente fortes, nas regiões do Minho, Douro Litoral e Centro, podendo verificar-se a queda de granizo durante a noite e madrugada. Esta situação pode gradualmente estender-se às restantes regiões do país;

• Agravamento das condições do estado do mar, essencialmente a Norte do Cabo Raso, a partir da tarde de hoje, mantendo-se a situação em toda a costa durante o dia de amanhã;

• Possibilidade de queda de neve acima dos 800-1000m, com maior incidência nos distritos de Braga, Vila Real e Guarda.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação descrita, podem ocorrer os seguintes efeitos:

• Danos em estruturas montadas ou suspensas;

• Queda de ramos ou árvores em virtude de vento forte;

• Cheias rápidas em meio urbano devido à acumulação de águas pluviais ou insuficiência dos sistemas de drenagem;

• Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente em períodos de preia-mar, podendo causar inundações em locais mais vulneráveis;

• Inundações de estruturas urbanas subterrâneas devido a deficiências de drenagem;

• Inundação por transbordo de linhas de água nas zonas mais vulneráveis;

• Fenómenos geomorfológicos causados por instabilidade de vertentes associados à perda da sua consistência por saturação dos solos;

• Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e/ou gelo;

• Obstrução de vias de circulação por queda de árvores, deslizamento ou desabamento de terras, pedras ou outras estruturas;

• Acidentes na orla costeira.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que o impacto destes efeitos pode ser minimizado com a adoção de comportamentos adequados, pelo que divulga as medidas de autoproteção a adotar:

• Fixar as estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

• Observar especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, devido à possibilidade de queda de ramos e árvores em virtude de vento mais forte;

• Evitar a circulação e permanência nas terras altas, onde as rajadas de vento esperadas são fortes ou muito fortes;

• Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

• Abster-se de atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas e/ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

• Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;

• Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;

• Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando-se circular e permanecer nesses locais;

• Abster-se de praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando-se ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;

• Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção