Rota 66 – BarreiroDa iluminação da zona polis aos factos históricos do associativismo

Por Jornal Rostos
Nos tempos de hoje, cada vez mais, é preciso e urgente «fazer» do «fazer cidadania» uma causa porque a cidade faz-se “fazendo”. E, sem dúvida, o fazer, é o agir!
Como sempre gostei de estar na vida fazendo, já não tenho pachorra, para os que gostam de estar dizendo...inté!
O Barreiro está tão diferente
Um destes dias, numa conversa, um barreirense, já há alguns ausente da sua terra natal, agora, aqui, numa visita à família comentava : “O Barreiro está tão diferente. Está tudo mudado. A Avenida da Praia está tão diferente. Mas, o Barreiro Velho é que está muito degradado”.
Por outro lado comentava: “Já não há o comércio que havia, não há o Tininho, nem a Prolar. Agora são só chineses”.
E, por ali, ficou na conversa recordando as ruas da sua infância, divido entre o Barreiro que estava muito diferente, e, aquele Barreiro da sua memória.
É isso uma coisa é a realidade, e, sem dúvida, outra a memória da realidade…
Passear na Zona do Polis
Uma leitora do jornal «Rostos», numa nota que nos enviou refere que, para várias pessoas de várias idades, é agradável passear na Avenida da Liberdade e na zona do Polis.
Mas, sublinha que, caminhar junto ao rio à noite as pessoas têm receio, devido à falta de iluminação pública.
Fica o registo.
Os factos históricos
Na exposição dedicada ao associativismo, é referido como uma curiosidade histórica, o facto de o Futebol Clube Barreirense ter vencido o Sport Lisboa e Benfica por 4-0, em 15 de Agosto de 1922.
Mas, na exposição, não é curiosidade histórica, o facto do Grupo Desportivo da CUF ter vencido por 2-0, em 1 de dezembro de 1965, numa prova Europeia- Taça Cidades com Feira, que depois foi a Taça UEFA, e, actualmente é a Liga Europa.
O Milão, na época era o campeão da Europa.
Enfim, são curiosidades.
S.P.













