A(nota)mentos - BarreiroOperação limpeza de grafittis

Por Jornal Rostos
Esta medida que já há alguns, é reinvidicaca pelo PSD, quer no mandato anterior, quer como sendo uma das bandeiras da campanha elitoral dos sociais democratas, está em marcha. É uma acção positiva.
Este é um exemplo que gerar qualidade de vida e melhorias no espaço urbano de uma vila ou cidade, não é algo que se dirija para ser os cidadãos que votaram PSD, ou os que votaram PS, ou para aqueles que votaram CDU, no BE, PAN, ou outro partido qualquer. Gerir uma cidade é gerir para todos os que nela vivem.
A limpeza dos espaço público, os espaços verdes, a recolha de resíduos urbanos, o abastecimento de água, ou ooutros quais serviços públicos são para todos, porque a cidade é de todos, e todos têm, nela e por ela, direito e deveres.
Está de parabéns o PSD por nunca tere desistido desta proposta. Está de parabéns a liderança PS por levar á prática. Estão de parabésn os barreirenses prque vão beneficar de melhor imagem do espaço urbano,
Estas intervenções, infelizmente, têm que ser regulares e, até, anulamente orçamentadas de forma que, pouco a pouco, os que optam por vandalizaram, por deformação educativa e cultural, mais cedo, ou mais tarde, optarem por desistir dos seus actos, e, perceberem que a comunidade não vaçloriza e repudia os seus gestos. Só assim, com a limpeza, eles tomam consciênencia da inutilidades dos seus comportamentos.
Um dia contaram-me um “caso de estudo” feito numa empresa de transportes urabanos. Em determinada carreira dos seus serviços, uns jovens tinham por hábito, destruir os bancosa dos autocarros. A empresa optou por em alguns autocarros não interrvir de imediato e deixar ficar os bancos destruidos. A destruição continuava e piorava. Noutros autocarros, na mesma carreira, os jovens destruiam num dia, no outro dia, estava recuperado, A reacção inicial era não destruir. Mas volatvam dias depois ao vandalismo. Nesses a empresa mudava de um dia pa ao outro, depois, pouco a pouco, a destruição passoua a der mais espçada. Foi então que começou a interevenção nos autocarros mais destruidos. A história repetiu-se. Isto acontecia no período escolar.
Esta operação estudade e programada de combate ao vandalismo, acompanhada de acções de sensiblização deu frutos. Na dita carreira, foi referido o vandalismo acabou. Demorou tempo mas acabou. A conclusão principal foi que as intervenções imediatas, após os actos de vandalismo, foram essenciais para gerar novos comportamentos. A presença no quotidiano das situações de degradação são factores de ignição e contribuem para que o vandalismo se torne rotina, porque entra na forma de estar e viver o espaço de sociabilidade.
Fica este registo. Os parabéns por esta operação. Tem custos. Mas vale a pena valorizar os espaços públicos e valorizar a imagem da cidade.
S.P.













