Crónica do Pato BravoA esquerda e a cultura
Na última quinta feira, no Pato Bravo, a conversa ficou-se por dois temas : a importância do Bloco de Esquerda no Barreiro e as suas potencialidades, poderão garantir-lhe a conquista de um lugar na Vereação e outro assunto reflexão foi- “A cultura e a municipalização da cultura”.
Por S.P.
No que diz respeito ao primeiro tema, naturalmente, os bloquistas defendem que existem todas as condições para conquistar esse objectivo.
Os socialistas consideram que é pouco provável. Houve mesmo quem defendesse a integração de bloquistas nas listas PS, de forma a evitar dispersões de votos à esquerda.
Houve quem comentasse que uma integração de elementos do BE nas listas do PS demonstraria receios e sinais de fraqueza por parte dos socialistas.
“O PS deve ir à luta sozinho” – foi dito. “O BE deve ir à luta sozinho” –alguém acrescentou.
Quanto ao PCP ficou no ar a ideia que, será impossível alguma vez qualquer coligação ou encontrar plataforma de debate com este partido.
Curiosamente uma sondagem publicada entretanto vem demonstrar que o BE está nos 7% com igual tendência de voto do PCP.
Isto só veio confirmar o que foi discutido que o BE pode ser uma força com condições de gerar uma “nova esquerda”. Vamos esperar!
Cultura. Falou-se de cultura. Do que se faz, do que existe. Falou-se de heranças e de transição. Falou-se de vontades. Falou-se de participação. Falou-se de municipalização. Falou-se que os “pilares da política cultural” são, têm que ser, a base de sustenção de quem governa a cidade e lhe dá sentido ao quotidiano.
Uma conversa que começou e ficou em aberto...hoje vamos, certamente, continuar...
Os socialistas consideram que é pouco provável. Houve mesmo quem defendesse a integração de bloquistas nas listas PS, de forma a evitar dispersões de votos à esquerda.
Houve quem comentasse que uma integração de elementos do BE nas listas do PS demonstraria receios e sinais de fraqueza por parte dos socialistas.
“O PS deve ir à luta sozinho” – foi dito. “O BE deve ir à luta sozinho” –alguém acrescentou.
Quanto ao PCP ficou no ar a ideia que, será impossível alguma vez qualquer coligação ou encontrar plataforma de debate com este partido.
Curiosamente uma sondagem publicada entretanto vem demonstrar que o BE está nos 7% com igual tendência de voto do PCP.
Isto só veio confirmar o que foi discutido que o BE pode ser uma força com condições de gerar uma “nova esquerda”. Vamos esperar!
Cultura. Falou-se de cultura. Do que se faz, do que existe. Falou-se de heranças e de transição. Falou-se de vontades. Falou-se de participação. Falou-se de municipalização. Falou-se que os “pilares da política cultural” são, têm que ser, a base de sustenção de quem governa a cidade e lhe dá sentido ao quotidiano.
Uma conversa que começou e ficou em aberto...hoje vamos, certamente, continuar...













