Carreira 7Horário 28.04
Na hora..
Por Jornal Rostos
Assembleia Municipal do Barreiro
A pergunta que hoje vais estar no ar na Assembleia Municipal do Barreiro é : Eduardo Cabrita deve, ou não, continuar à frente da Assembleia Municipal do Barreiro?
O PSD contesta. O PCP está na expectativa. O PS está de acordo que continue.
Irá ser, ou não, apresentada uma moção de confiança?
O PSD criou o facto político e, certamente, irá querer levar a sua posição até ao fim, mas, para tal teria que contar com o apoio do PCP.
O PCP parece lavar as mãos como Pilatos, nem sequer incomodar muito com o assunto, porque, sublinha que isto é lá uma “guerra” entre o PS e PSD. Eles entenderam-se, agora que de “desentendam”.
Se for marcada eleição para a Mesa da Assembleia o PCP refere que apresenta o seu candidato.
O PS defende a continuidade de Eduardo Cabrita.
Eduardo Cabrita pediu a demissão de Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Futebol Clube Barreirense, por falta de tempo para o exercício do cargo, e, pela mesma razão poderia afastar-se da AMB.
O PS poderia negociar com o PSD, de novo, a composição de uma nova mesa, retirando espaço de manobra ao PCP.
O PS tem nomes que podem perfeitamente assumir o cargo –João Pintassilgo, Luís Mateus, António João Sardinha, Carlos Pires, Fernanda Moreno etc.
Eduardo Cabrita, como referiu Cabós Gonçalves em entrevista ao “rostos on line” – tem muito para dar ao país e ao Barreiro.
E, na verdade, sem necessidade de recorrer a comparações, com situações erradas, cometidas pelo PSD, o Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, só ganhava politicamente, se optar por colocar o seu lugar à disposição da Assembleia Municipal.
No horizonte 2009, para as autárquicas, Eduardo Cabrita é uma reserva moral e politica para o PS Barreiro.
No horizonte imediato o PS Barreiro só ganha se libertar Eduardo Cabrita, das suas actuais funções na AMB, abrindo-lhe caminho para outras dimensões políticas no plano local e regional.
Ficam esta notas…logo ver-se-á.
Sociedade Civil
Durante anos um dos problemas que incomodava aqueles que viviam o quotidiano barreirense era o facto de sentirem que a chamada “sociedade civil” era, muitas vezes, afastada da participação, quase que desmotivada a intervir na definição de políticas da coisa pública.
E, de facto, esse erro saiu caro.
Motivar a “sociedade civil”não deve ser entendido com controlar a “sociedade civil”.
Os erros pagam-se…
Pensamento do Dia
“Tudo o que se fez de grande no mundo foi feito sob o signo do dever; tudo o que se fez de miserável foi feito em nome do interesse”
Coureau













