Crónica do Pato BravoA vontade de partilhar o sentir, pensar e viver a cidade
Uma coisa é certa, ali, no Pato Bravo, ninguém precisa de mostrar cartão e todos, acima de tudo, sentem parazer em cultivar a palavra AMIGU...O!!!
Por S.P.
No último almoço do Pato Bravo, naquelas conversas que animam sempre o encontro e o convívio das 2ª feiras, a conversa este como sempre animada, na sua diversidade e conflitualidade.
Houve quem falasse em porcos. Petiscos e rabiscos. Outras falaram em cromos e em lobbies.
Houve quem pré-anunciasse a sua candidatura, em próximas autárquicas, já integrando a lista para cargos de vereação e, até, dando a conhecer algumas medidas que irá tomar mal assuma o referido cargo.
As conversas de 2ª feira, no Pato Bravo, são giras, porque permitem falar de tudo, em plena liberdade, de sonhos e estratégias.
Falou-se, por exemplo, em estratégias de inclusão e estratégias de exclusão.
E, no que diz respeito a estratégia ficou, bem escutada, a lição que a dita deve sempre ter em conta, no seu planeamento: a posição; o tempo e o terreno.
Falou-se, igualmente, de observadores e jogos de influências que fazem as teias de interesses e as movimentações de grupos.
Em suma falou-se da cidade e do dia a dia que faz a cidade e, naturalmente, o clima aqueceu quando veio para a mesa o tema da “participação”.
Houve quem falasse em pistas e comentasse pistas, enfim, coisas para jornalismo de investigação.
Na verdade, nas conversas do “Pato Bravo” há sempre tempo para as cusquices, e, naturalmente, recordar os ausentes, porque, afinal, no Pato Bravo, há sempre os que estão e os que vão e passam por ali...
O curioso daqueles almoços é, na verdade, o pessoal tem, na diversidade, tem um sentimento especial pelo Barreiro, gosta de discutir a cidade e pensar a cidade.
Talvez, nem que seja só por este sentimento, esta vontade de partilhar o sentir, pensar e viver a cidade, na sua diversidade, vale a pena, almoçar à 2ª Feira, ali, na Tertúlia do Pato Bravo.
Uma coisa é certa, ali, no Pato Bravo, ninguém precisa de mostrar cartão e todos, acima de tudo, sentem parazer em cultivar a palavra AMIGU...O !!













