Saltar para o conteúdo
Inferências

Rotary Clube do Barreiro repudia“A(nota)mento – A marca da solidariedade”

Álvaro Gaspar, Presidente da Direcção do Rotary Clube do Barreiro, expressa em oficio dirigido ao «Rostos» o “sentimento de desagrado e repúdio” pelo artigo de opinião – “A(nota)mento – A marca da solidariedade”.

Esclarece, Álvaro Gaspar que “o único responsável de o “Marco Rotário” ter sido edificado e inaugurado no dia 27 de Novembro de 2006, e não antes, como era desejo do clube, foi o próprio clube e não qualquer outra entidade.

3 min de leitura
Rotary Clube do Barreiro repudia “A(nota)mento – A marca da solidariedade”

Por Jornal Rostos

O Presidente da Direcção do Rotary Clube do Barreiro, Álvaro Gaspar, refere em ofício que dirige ao “Rostos” que – “o único responsável de o “Marco Rotário” ter sido edificado e inaugurado no dia 27 de Novembro de 2006, e não antes, como era desejo do clube, foi o próprio clube e não qualquer outra entidade”.

Sentimento de desagrado e repúdio pelo artigo de «Rostos»

Álvaro Gaspar, refere que numa reunião do Rotary Clube do Barreiro, foi analisado e discutido, o artigo – “A(nota)mento – A marca da solidariedade” – publicado no dia 28 de Novembro, no «Rostos on line», tendo “ficado bem expresso”, na referida reunião, o “sentimento de desagrado e repúdio, uma vez que, pese embora se trate de um artigo de opinião, ele enforma de um vasto conjunto de imprecisões e, o mais grave, no nosso julgamento, o nome do Rotary Club do Barreiro foi utilizado como arma politica, o que para nós é totalmente inaceitável, quaisquer que sejam as cores políticas que possam estar em causa”.

Câmara Municipal do Barreiro não tem responsabilidades

Sublinha, o Presidente da Direcção do Rotary Clube do Barreiro que – “foi com surpresa e um sentimento de bastante desagrado que muitos sócios do clube a que tenho a honra de presidir, leram o artigo de opinião intitulado – “A(nota)mento/ A marca da solidariedade” – assinado com as iniciais “S.P.”, parecendo concluir tratarem-se das iniciais de “Sousa Pereira”, pelo que, Álvaro Gaspar, refere pelo aludido que seja reposta “a verdade dos factos” que, como referimos, trata-se de “o único responsável de o “Marco Rotário”, só agora ter sido colocado, ser apenas o clube, não existindo qualquer responsabilidade da Câmara Municipal do Barreiro.

Nota do Autor

O artigo de opinião “A(nota)mento – A marca da solidariedade” foi redigido pelo conhecimento que, por várias vezes, em reuniões que assistimos, em reportagem, ter sido referida vontade do Rotary Clube do Barreiro em colocar o “Marco Rotário”, e, na última vez, quando da presença do actual Presidente Carlos Humberto, o pedido ter voltado a ser formulado e, em comentários, naquela circunstância ( desconhecíamos de eram inverdades) ter sido dito que “a Câmara não definiu o local”.
Se a culpa da não colocação do “Marco Rotário” é da exclusiva responsabilidade do Rotary Clube do Barreiro, contrariamente, ao que fomos induzidos a “pensar”, então, toda reflexão elaborado no referido artigo, não faz qualquer sentido, porque partiu de pressupostos errados e inexistentes.
Naturalmente, que, quem parte de dados errados, produz raciocínios errados.
Sendo assim, Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro não foi mais célere na resolução do problema, como fomos levados a pensar, nem Emídio Xavier, ou Pedro Canário, foram menos céleres na resolução deste desejo do Rotary Clube do Barreiro.
Quem pensa e elabora um texto de opinião, com base em premissas falsas, naturalmente, erra. e, portanto, obviamente, quem erra deve pedir desculpa aos leitores e aos envolvidos nas suas reflexões.
Agradecemos ao Rotary Clube do Barreiro a frontalidade na reposição da verdade.

S.P.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção