Ranking da AMB
Foi uma vontade meramente circunstancial, não o fazer, mas, já que, existem leitores que consideram útil e um contributo para a reflexão, então, vamos manter, esta rubrica, com a regularidade possível.
Por Jornal Rostos
No que diz respeito à última reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, aqui fica o nosso ranking:
1. Sara Ferreira – PS
Uma óptima intervenção na defesa da participação no referendo sobre IVG.
Uma posição bem elaborada e que pode servir como uma base de trabalho para fazer nascer uma plataforma de acção e cidadania no Barreiro.
2. Miguel Amado
Pela forma inteligente como fez a passagem da bola para o Presidente da Câmara, a propósito do desafio de se encontrar uma solução para o sucateiro de Santo António
3. Carlos Humberto – PCP
Pela forma como o Presidente da Câmara assumiu, com plena afirmação das palavras, que se estava a referir ao PS, quando falou que a “Cidade do Cinema”, está ser utilizada como arma de arremesso político.
4. José Caetano – PCP/CDU
Marcou a reunião da Assembleia, com a verticalidade na defesa das suas ideias e valores, separando o trigo do joio e sem receios de dar a cara pela sua corrente de pensamento.
5. António José Ferreira – PS
Nas suas intervenções, deu a visão da outra dimensão da esquerda, na leitura dos acontecimentos e interpretação da história.
Um frente a frente – de Zés - que, pelos visto promete. O Zé Operário. O Zé Filósofo.
6. Humberto Candeias – BE
Uma intervenção que valeu na afirmação da liberdade como valor fundamental e, sublinhando que, “não pode haver critério duplo para as questões da liberdade”, até porque, “liberdade e pluralismo são indissociáveis”.
Pela tentativa de fazer avançar a ideia de “transparência” para além da legalidade…
7 . Isidro Heitor – PS
Pelo alerta que as questões de insegurança não se resumem ao policiamento e, coisas, do quotidiano, como a iluminação pública ajudam a melhorar as situações.
8. Pedro Gomes – PSD
Afinal, a dar o sinal, que na Assembleia Municipal há outras correntes de pensamento, e que, são estas diferenças, que devem ser sublinhadas, recordando que não se pode branquear o Goulag, porque essa realidade que “não se quer que tenha existido, existiu”.
9 . Maria José Marques – BE
Pela abstenção na recomendação sobre o pessoal e funcionamento da AMB…porque só votamos aquilo que conhecemos.
10. João Fernando – PCP
Pela atitude serena. “Lamento este tipo de dúvidas. A vontade que tive foi ir-me embora.”
Assumir que a CDU superou 27 segundos. O PS acusava-o que beneficiou a CDU com 2 minutos.
Nota Negativa
1. Rui Ferrugem – PCP/CDU
Pela forma critica e de adjectivação como comentou a intervenção de Humberto Candeias, do BE.
2. Maria João Quaresma – PCP/CDU
Porque não havia necessidade de mexer em coisas que têm causas, querendo apenas falar das consequências e ignorar as causas.
3. António João Sardinha
Por não aceitar que “uma linha” seja retirada da moção do Tarrafal, quando há linhas que nunca lá deviam ter entrado, por respeito a muitos que morreram no Tarrafal…e pelo direito à diferença.
Afinal o sectarismo politico não está só no PCP...há mais!













