Notas AvulsasHelena Roseta e o pensar a cidade
Por S.P.
Helena Roseta, abandona Partido Socialista e apresenta candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa.
Partido doente e arrogante
Manuel Alegre, deputado do Partido Socialista referiu que a saída de Helena Roseta do PS é “um sinal de que o partido está doente e arrogante e disse que com anteriores líderes esta situação não teria acontecido.”
A gestão do poder
Manuel Alegre referiu à Lusa que – “Vejo isto como um facto muito grave e como um sintoma de doença no PS, de grande arrogância e de falta de memória. Quando se trata desta maneira uma pessoa como a Helena Roseta isso quer dizer que não há respeito pelos valores, há só gestão do poder".
Os jogos partidários
No frente a frente da SIC Noticias, Helena Roseta, sublinhou que Lisboa “uma cidade que precisa dar a volta”, não beneficia com “mais jogos partidários”.
A energia social da cidade
Referiu ainda Helena Roseta que a cidade “precisa de pessoas sérias, empenhadas, que queiram servir a cidade”.
Recordou ainda que Lisboa, tem “uma energia social da cidade”, “um capital social” que “tem que ser convocado para a transformação da cidade”, na sua opinião “isto está por fazer”.
As ideias dos outros
Helena Roseta, defendeu que ao nível do Poder Local, uma força politica com maioria, mas que não seja maioria absoluta, deve ter capacidade para “incorporar nos seus planos anuais” os contributos dos outros - “as ideias dos outros”.
Um novo conceito de cidade
Helena Roseta considerou que nos dias de hoje existe por construir “um conceito novo de cidade”, onde é preciso envolver todos os cidadãos na participação e construção da cidade e cidadania.













