Crónica do PalácioUm ponto de encontro da diversidade
Fala-se da cultura, do desporto, da política ( e dos políticos), do ambiente, dos projectos, da Quimiparque, da nova ponte…temas nunca faltam.
Na Tertúlia do Palácio respira-se…cá por mim, sempre que possa estarei presente, porque gosto de conversar e discutir ideias com quem pensa de forma diferente.
Na Tertúlia do Palácio respira-se…cá por mim, sempre que possa estarei presente, porque gosto de conversar e discutir ideias com quem pensa de forma diferente.
Por Jornal Rostos
Todas as sextas-feiras, no Restaurante Palácio, o pessoal encontra-se para conversar e actualizar-se sobre as últimas que correm sobre a vida da cidade.
Uns dias vão uns, outros dias vão outros. Uns dias estão mais. Outros dias estão menos. Vai quem quer, quando quer e quando aptece.
Não há obrigatoriedade. Não há regras. Apenas existe essa vontade de estar presente e partilhar uns animados momentos de conversa.
Ninguém pergunta a ninguém qual é o teu partido, ou qual é a tua religião.
Todos comentam o que lhes apetece. Uns são do PS. Outros do PSD. Outros do BE. Outros do PCP. Outros sem qualquer opção partidária.
Um ponto de encontro da diversidade. Um ponto de encontro de pessoas que vivem na mesma cidade. E que, apesar das diferenças, sabem que podem trocar opiniões, tecer comentários.
Umas vezes as conversas proporcionam comentários. Outras vezes, ficam uns registos que são editados na Carreira 7. Outras vezes não há nada de novo.
Mas, uma coisa existe sempre, essa vontade de partilhar, de dialogar, de manter um ponto de encontro, uma mesa que se abre ao debate de ideias, ou aos meros comentários, mais ou menos irónicos.
Uns mantêm uma presença assídua. Outros aparecem de vez em quando. Outros passam por lá um dia e depois, integram este ponto de encontro nas suas agendas, dentro das possibilidades profissionais, ou outros compromissos.
Um destes dias passou por lá o António Caboz Gonçalves. Foi um dia de conversa animada.
Outro dia apareceu o Luciano Barata que, ficou satisfeito e referiu – “Não sabia deste ponto de encontro. Sempre que possa vou aparecer.”
Pois é que ali, também vai passando pessoal das artes – o Kira, é um dos quase permanentes.
E pessoal do desporto – o Bóia outra presença regular.
Há pessoal da politica – o João Soares, o Bruno Vitorino, o Pedro Estadão, Mário Durval ou Humberto Candeias.
Há pessoal que coloca energia em tudo, caso do Nuno Banza.
E, o José Caro Proença, o veterano, sempre pronto a chamar à atenção para as memórias do Barreiro.
E, também, o histórico da vida da cidade, como o Jorge Fagundes, que é, agora, um presença permanente. Chegou, gostou e ficou.
Mas, afinal, que junta este pessoal, semanalmente, às sextas feiras à hora de almoço, neste ritual, para trocar palavras e comentários?
Talvez, uma única resposta, viver a amizade, respeitar as diferenças e acreditar que podemos ter diferenças, mas podemos sentar-nos ao redor de uma mesa e conversar.
Uma das mais recentes presenças é o Carlos Alberto Correia, agora, reformado já tem tempo para estar um pouco no lado de cá e reencontrar amigos.
No último almoço, o Simões, que há algum tempo não aparecia trouxe uma bebida especial da sua “adega”, de produção própria e para homenagear o pessoal da Tertúlia do Palácio, colocou-lhe o rótulo do “Rostos”.
Enfim, ali, conversamos de tudo um pouco e, o “veneno” circula com pleno à vontade, no meio das gargalhadas e de opiniões sérias sobre a nossa actualidade e o futuro que todos desejamos melhor para a nossa cidade.
Fala-se da cultura, do desporto, da política ( e dos políticos), do ambiente, dos projectos, da Quimiparque, da nova ponte…temas nunca faltam.
Na Tertúlia do Palácio respira-se…cá por mim, sempre que possa estarei presente, porque gosto de conversar e discutir ideias com quem pensa de forma diferente.
SP
Nota – Pessoal temos que marcar o nosso almoço ou jantar de Natal. Ou a tradição já não é o que era!?
UM BREVE APONTAMENTO DO ÚLTIMO ALOMOÇO
Uns dias vão uns, outros dias vão outros. Uns dias estão mais. Outros dias estão menos. Vai quem quer, quando quer e quando aptece.
Não há obrigatoriedade. Não há regras. Apenas existe essa vontade de estar presente e partilhar uns animados momentos de conversa.
Ninguém pergunta a ninguém qual é o teu partido, ou qual é a tua religião.
Todos comentam o que lhes apetece. Uns são do PS. Outros do PSD. Outros do BE. Outros do PCP. Outros sem qualquer opção partidária.
Um ponto de encontro da diversidade. Um ponto de encontro de pessoas que vivem na mesma cidade. E que, apesar das diferenças, sabem que podem trocar opiniões, tecer comentários.
Umas vezes as conversas proporcionam comentários. Outras vezes, ficam uns registos que são editados na Carreira 7. Outras vezes não há nada de novo.
Mas, uma coisa existe sempre, essa vontade de partilhar, de dialogar, de manter um ponto de encontro, uma mesa que se abre ao debate de ideias, ou aos meros comentários, mais ou menos irónicos.
Uns mantêm uma presença assídua. Outros aparecem de vez em quando. Outros passam por lá um dia e depois, integram este ponto de encontro nas suas agendas, dentro das possibilidades profissionais, ou outros compromissos.
Um destes dias passou por lá o António Caboz Gonçalves. Foi um dia de conversa animada.
Outro dia apareceu o Luciano Barata que, ficou satisfeito e referiu – “Não sabia deste ponto de encontro. Sempre que possa vou aparecer.”
Pois é que ali, também vai passando pessoal das artes – o Kira, é um dos quase permanentes.
E pessoal do desporto – o Bóia outra presença regular.
Há pessoal da politica – o João Soares, o Bruno Vitorino, o Pedro Estadão, Mário Durval ou Humberto Candeias.
Há pessoal que coloca energia em tudo, caso do Nuno Banza.
E, o José Caro Proença, o veterano, sempre pronto a chamar à atenção para as memórias do Barreiro.
E, também, o histórico da vida da cidade, como o Jorge Fagundes, que é, agora, um presença permanente. Chegou, gostou e ficou.
Mas, afinal, que junta este pessoal, semanalmente, às sextas feiras à hora de almoço, neste ritual, para trocar palavras e comentários?
Talvez, uma única resposta, viver a amizade, respeitar as diferenças e acreditar que podemos ter diferenças, mas podemos sentar-nos ao redor de uma mesa e conversar.
Uma das mais recentes presenças é o Carlos Alberto Correia, agora, reformado já tem tempo para estar um pouco no lado de cá e reencontrar amigos.
No último almoço, o Simões, que há algum tempo não aparecia trouxe uma bebida especial da sua “adega”, de produção própria e para homenagear o pessoal da Tertúlia do Palácio, colocou-lhe o rótulo do “Rostos”.
Enfim, ali, conversamos de tudo um pouco e, o “veneno” circula com pleno à vontade, no meio das gargalhadas e de opiniões sérias sobre a nossa actualidade e o futuro que todos desejamos melhor para a nossa cidade.
Fala-se da cultura, do desporto, da política ( e dos políticos), do ambiente, dos projectos, da Quimiparque, da nova ponte…temas nunca faltam.
Na Tertúlia do Palácio respira-se…cá por mim, sempre que possa estarei presente, porque gosto de conversar e discutir ideias com quem pensa de forma diferente.
SP
Nota – Pessoal temos que marcar o nosso almoço ou jantar de Natal. Ou a tradição já não é o que era!?
UM BREVE APONTAMENTO DO ÚLTIMO ALOMOÇO













