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Inferências

Carreira 7Horário 1.08
Especial reunião da CMB

Hoje, uma “Carreira 7” exclusivamente dedicada à última reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro.
Começou com algum atraso, cerca das 18 horas, estava agendada para as 17,30 horas e prolongou-se para lá das 23 horas.
O público esperou que os trabalho fossem concluídos para intervir...estão de parabéns pela resistência.

6 min de leitura

Por Jornal Rostos

Bruno Vitorino solidário com Rui Carvalho

O Vererador Rui Carvalho, PS, referiu que, no dia 28 de Maio, solicitou uma informação à Vereadora Sofia Martins, ausente na reunião e, acrescentou que – “Não recebi, até hoje, qualquer resposta”.
Bruno Vitorino, PSD, no decorrer da sua intervenção afirmou - “Percebo as preocupações do Vereador Rui Carvalho de estar há meses sem respostas. Sou solidário. Até porque no mandato anterior estive dois anos há espera de respostas”.

Amílcar , não!

A reunião da Câmara Municipal do Barreiro estava a decorrer no ponto antes da ordem do dia.
O presidente da Câmara deu a palavra ao Vereador Amílcar Romano, PS, que tinha solicitado a palavra para intervir.
Do meio do público escuta-se uma voz : “Amílcar, não”!
Fez-se silêncio na sala. Até porque o público não pode intervir nos trabalhos.
A voz era da deputada, da Assembleia Municipal do Barreiro, do PCP/CDU, Maria João Quaresma.
Escutaram-se risos. O Presidente da Câmara deu a palavra ao Vereador Amílcar Romano.
Ao iniciar a sua intervenção o vereador socialista referiu : “Espero que a Maria João não me queira retirar o direito a usar da palavra”.
Escutaram-se gargalhadas.

A rotunda de Coina

O Vereador Rui Carvalho, PS, na sua intervenção, voltou a falar, na Rotunda de Coina, como tem sido habitual nas últimas reuniões públicas.
“A rotunda não está concluída, não tem iluminação a condizer” – disse.
Joaquim Matias, PCP/CDU, comentou que numa reunião o Vereador Rui Carvalho fala das dificuldades para o trânsito, agora fala que não há candeeiros, mas não diz que – “Já não há filas de trânsito em Coina”.
Alguém comentou, na assistência – “É verdade, já não há bichas em Coina”.

Ficava bem à oposição

Rui Carvalho, PS, alertou para o facto de circularem viaturas na Mata da Machada, quando da realização de eventos, promovidos pela Câmara Municipal do Barreiro.
Bruno Vitorino, PSD. Comentando referia que registava as preocupações do Vereador Rui Carvalho, recordando que a tutela da Mata da Machada não é da Câmara Municipal do Barreiro.
Por outro lado, salientou diversas actividades que têm sido realizadas, pela Câmara Municipal do Barreiro, tendo em vista valorizar a Mata da Machada – “um património único no concelho”.
“Ficava bem à oposição” – sublinhou Bruno Vitorino “expressar satisfação perante o trabalho que tem sido realizado.”
Esta sua intervenção levou Amílcar Romano, mais à frente a perguntar : “É Vereador da oposição, ou não é?”.

O “Arrogante” , o “Irónico” e o “Cara de Pau”

Rui Carvalho, PS, numa intervenção de resposta a comentários que foram efectuados à sua intervenção, colocou “cognomes” aos seus colegas de vereação, para ele, Joaquim Matias é – “Arrogante”, enquanto Bruno Vitorino é “Irónico”.
E nisto de adjectivações, também Amílcar Romano, foi referenciado, por Bruno Vitorino, como tendo - “Cara de Pau”.

A crise afectiva

Mas a reunião foi muito animada, no que diz respeito a adjectivações, Amílcar Romano, referiu que – “Regina Janeiro está com crise afectiva”.
O autarca expressou as sua dúvidas sobre o estado afectivo da vereadora porque, na sua opinião, Regina Janeiro – “precisa de ser elogiada”.
Regina Janeiro, em resposta, a Amícar Romano, referiu – “Não me surpreende a linguagem. Não esperava outra coisa”.
E, acrescentou a autarca – “Não estou aqui para ser elogiada”, sublinhando que também não estava ali para ser “caluniada”.
Neste contexto refutou as acusações de “racista” que foram divulgadas num comunicado do Partido Socialista e perguntou a Amílcar Romano – “Também me considera racista?”
Não obteve qualquer resposta à pergunta, apenas o comentário – “Nunca comento comunicados dos partidos”, acrescentando – “Sou Vereador. Não faço parte da Direcção do PS”.

O Professor Marcelo Rebelo de Sousa

Bruno Vitorino, comentando uma intervenção de Amílcar Romano, sublinhou – “Não me revejo na forma de fazer política de Amílcar Romano” e, por outro lado, referiu que o autarca socialista parecia o professor Marcelo Rebelo de Sousa “ a dar notas”.
Amílcar Romano em resposta disse – “Bruno Vitorino não merece resposta”.

Outra crise afectiva

O presidente da Câmara, Carlos Humberto, no contexto das várias intervenções, referiu que, também ele, devia “estar com uma crise afectiva”, dada a multiplicidade de acções que se estão a realizar no concelho.
Pois, é caso para isso dizer, porque ninguém o elogia...

A equerda e a direita

A propósito do ser de esquerda ou direita, o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu se será ser de esquerda fazer comentários do género – “a política do presidente é rasca”, ou que exerce as suas funções com “deriva autoritária”, ou que o “presidente semeia o pânico entre os quadros” e passar o tempo a fazer “acusações ao executivo municipal”.
Carlos Humberto sublinhou – “Este é o nível politico com que alguns estão a intervir na vida local”.

A carta anónima

Bruno Vitorino deu a conhecer na reunião de Câmara que recebeu uma Carta Anónima, a propósito de um Concurso de Pessoal nos TCB’s.
O vereador Joaquim Matias sublinhou que os Concursos Públicos têm jurís e prazos legais a cumprir, se algo não for cumprido terá que ser esclarecido.

Uns são poucos, outros são muitos

Bruno Vitorino, PSD, numa intervenção referia não perceber quais as posições do Partido Socialista sobre diversas matérias, até, porque, disse - “O PS está baralhado e não sei qual é o PS, porque parece que há três PS’s”
Acrescentou – “O PS que se entenda”.
Rui Carvalho, PS, em resposta comentava que no PSD “são poucos” por isso não há diferenças, enquanto os socialistas “são muitos”, daí diferentes opiniões.
Amílcar Romano, por outro lado, referia que o PSD “tem aquela faixa de eleitores” e “não muda muito”.

Fazer Rodriguinhos

Amílcar Romano, a propósito das criticas de Bruno Vitorino, referia que o autarca social democrata – “tem necessidade de justificar o pelourinho e o seu tempo inteiro, mas não convence ninguém”.
Para Amílcar Romano o autarca do PSD tem que “fazer rodriguinhos”.
Bruno Vitorino, comentou, que a intervenção de Amílcar Romano, dá bem a dimensão de como o Partido Socialista geria a área do Ambiente – “era um pelourinho”.
E repudiou a linguagem do vereador socialista.

É dificil mas é nossa

Amílcar Romano, PS, iniciava uma nova intervenção, apelando o presidente da Câmara para a síntese das intervenções.
Amílcar Romano referia que ia tentar ser sintético e acrescentou : “É dificil”
Carlos Humberto, presidente da Câmara, comentou : “È dificil mas é nossa”.
E esta hem!

Pensamento do Dia

“Freud, explica isto”
Anónimo

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