BARREIRO - Postais da CidadeÉ agradável estar ali, sentindo o Barreiro Novo…
Basta percorrer as memórias do lugar. Podemos ver o que lás está e o que lá não está…é um exercício!
Podemos valorizar o que entendermos, de acordo, com os nossos valores e a nossa forma de sentir os dias. São opções.

Por Jornal Rostos
Nós percorremos quotidianamente os espaços da cidade. E, de facto, uma cidade como as pessoas vai sofrendo mudanças, pequenas transformações.
O nosso olhar dirige-se para aquilo que o nosso pensamento nos transporta. O nosso olhar não é inocente. O nosso olhar vê o que nós queremos ver e amplia, faz zoom, daquilo que é a expressão da nossa forma de sentir os dias.
Por exemplo, por vezes, costumo tomar o meu café matinal ali no FORUM BARREIRO, daquele espaço donde emerge, imponente, o Monumento do Malangatana.
Também sentimos, no «olhar da memória» o Campo D. Manuel de Mello, do Futebol Clube Barreirense.
Sentimos com o olhar, que se divide entre um Barreiro que emerge novo, olhando para o futuro, e, o olhar da memória marcado pela saudade.
Todos os espaços transmitem sentimentos. Todos os espaços trazem recordações.
Basta percorrer as memórias do lugar. Podemos ver o que lá está e o que lá não está…é um exercício!
Podemos valorizar o que entendermos, de acordo, com os nossos valores e a nossa forma de sentir os dias. São opções.
Hoje, o que me leva a escrever esta nota é o facto de sentir que aquele local, onde, por vezes, tomo o meu café matinal, sofreu uma transformação.
Agora com o guarda vento, com aquecedores e novo mobiliário, está mais confortável e apelativo.
Gostei.
É assim, a vida, vai-se aprendendo, corrigindo e melhorando.
É por isso que, quando percorro as ruas da cidade, ou os lugares que frequento, procuro sentir o pulsar dos dias…com um olhar positivo.
Bolas, será que na vida nada existe de bom? Ou será tudo só tragédia e desconforto?
Olhem eu gostei. Está bonito e mesmo com o tempo frio é agradável estar ali, sentindo o Barreiro Novo.
Estar sentado a olhar, saboreando um café, fumando o meu cachimbo, lendo o jornal ou um livro…sentindo que a vida tem ritmo e a paisagem vai-se transformando.
Afinal o mundo move-se!
S.P.













