Vítor Ramalho, candidato à liderança PS – Setúbal«O PS não tem candidato à presidência da República, o PS apoia um candidato»
. « Passos Coelho irá consensualizar posições com o PS»
. Parlamento é que vai decidir dissolução
“É óbvio que o Orçamento vai passar”
Vítor Ramalho, actual presidente da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista, hoje, no decorrer da apresentação da sua candidatura à presidência da Federação, no decorrer do diálogo com os jornalistas, sublinhou que – Manuel Alegre não é candidato do PS à Presidência da República.
“O PS não tem candidato. O PS apoia um candidato” – sublinhou, recordando que esta é, também, a posição publicamente expressa por José Sócrates.

Por Jornal Rostos
Vítor Ramalho referiu, se esta é a posição expressa por José Sócrates - “O PS não tem candidato. O PS apoia um candidato” - então, sublinhou – “Não sejamos mais papistas que o Papa”, respondendo desta forma às palavras de Luís Ferreira, também candidato à liderança da Federação, que critica Vítor Ramalho de não ser um apoiante convicto da candidatura de Manuel Alegre.
Manuel Alegre não é o candidato do PS
Ó líder distrital do Partido Socialista e candidato nas próximas eleições, sublinhou sobre esta matéria das presidenciais – “Não sou subserviente, nem lacaio, sou um homem livre”.
“Manuel Alegre não é o candidato do PS” – sublinhou, respondendo desta forma à acusação de
Passos Coelho irá consensualizar posições com o PS
O líder distrital do Partido Socialista, sobre a guerra de ping- pong, entre José Sócrates e Passos Coelho, acerca da próxima aprovação do Orçamento de Estado, referiu - “Tenho Passos Coelho como homem responsável”, pelo que, sublinhou acredita que – “irá consensualizar posições com o PS”.
“É óbvio que o Orçamento vai passar” – salientou Vítor Ramalho.
Parlamento é que vai decidir dissolução
O líder distrital do PS considera pouco provável a realização de eleições antecipadas.
Referiu – “Não vejo como este mandato não será cumprido, considerando o espectro que existe no Parlamento”.
Vítor Ramalho recordou que o Presidente da República, Cavaco Silva, tem dito, várias vezes – “que tem de ser o próprio parlamento a entender que deve ser dissolvido, ou seja, através de uma moção de censura ou de uma moção de confiança, que seja reprovada”.













