BARREIRO - Tomar o café com…Nuno BanzaClassificação da Mata da Machada como área protegida local
No âmbito das comemorações desta efeméride vamos promover diversas iniciativas e retomar algumas que marcaram a nossa actividade jornalística.
“TOMAR O CAFÉ COM…” é um dos projectos que vamos reiniciar. No próximo dia 27 de Janeiro, pelas 18 horas, no Restaurante Empório do Pladar (ex- Palácio Alfredo da Silva), o nosso convidado será Nuno Banza, vereador da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pela área do Ambiente, que vai conversar sobre o processo de classificação da Mata da Machada e Sapal de Coina como área protegida local.

Por Jornal Rostos
Participe. Venha tomar um café e participar numa conversa sobre um tema de actualidade do concelho do Barreiro e da Região de Setúbal.
Recorde-se que a classificação da Mata da Machada e Sapal do Coina como área protegida local será a primeira classificação do género na região de Setúbal.
Venha dar o seu contributo. Participe.Envie perguntas que considere de interesse colocar ao Vereador Nuno Banza,
Até 5ª feira, pelas 18 horas, no Restaurante Empório do Paladar (ex-Palácio Alfredo da Silva), contamos consigo.
Mata da Machada e Sapal do Rio Coina no Barreiro
Um recurso com potencialidades ambientais e económicas
. LEIA TEXTO INTEGRAL NA REVISTA ROSTOS ON LINE
É cada vez mais, essencial, motivar os barreirenses para a da Mata Nacional da Machada e do Sapal do Rio Coina, de forma descobrirem as suas potencialidades do ponto de vista ambiental, lúdico, desportivo, histórico, patrimonial.
Neste contexto está em curso o processo de Classificação do Sapal do Coina e Mata da Machada e a elaboração de um plano estratégico.
A Mata da Machada, um espaço com cerca de 80 hectares é, na realidade, “o grande pulmão do Barreiro”.
Pode ler o texto integral aqui no Rostos on line, na 1ª edição da «REVISTA ROSTOS ON LINE» um novo projecto que editamos, sendo esta a 1ª revista on line editada na região de Setúbal, através da qual procuramos fazer a ponte entre o «jornalismo on line» e o «jornalismo offline».













