Rostos da 1ª Década do Século XXI - BarreiroDistinção «Cultura» para as Comemorações dos 100 anos da CUF
O jornal Rostos, com a colaboração dos jornalistas da imprensa local vai atribuir este ano a distinção «Rostos da 1ª Década do Século XXI».
O objectivo é destacar entidades e personalidades, em diferentes áreas que pela sua acção foram uma referência nestes anos que marcam a 1ª década do século XXI.
As «Comemorações dos 100 anos da CUF» foi escolhida como «Rosto Cultura» da 1ª Década do Século XXI».

Por Jornal Rostos
Regina Janeiro, Vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, que acompanhou o programa das comemorações dos 100 anos da CUF, referiu ao «Rostos» - “Acho que é uma homenagem justa, porque como fui dizendo, ao longo das comemorações, visões completamente diferentes juntaram-se em prol de uma opção conjunta que era comemorar os 100 anos da CUF.”
Dar visibilidade às contradições
“Acho que conseguimos promover as comemorações e dar visibilidade às contradições, com um programa diversificado, que envolveu a comunidade educativa, assim como a comunidade sénior e a vida da cidade.
Esta distinção que é feita pelo Rostos considero que é muita justa” – sublinhou a autarca.
Toda a vida do Barreiro girava à volta das fábricas
Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que – “A CUF marcou durante nos últimos 100 anos a vida do Barreiro, do ponto de vista económico, do ponto de vista da dinamização da actividade social, porque as pessoas estavam muito ligadas à actividade material, física, à actividade industrial. Toda a vida do Barreiro girava à volta das fábricas.
Foi a partir das fábricas que se desenvolveram a consciência, a reivindicação, a consciência social, politica e associativa.
Foi a partir das fábricas que se generalizou a constituição das associações.
Foi a partir dos operários e depois mais tarde, com as pessoas com formação académica, que se construiu a cultura do Barreiro do último século.”
Uma distinção adequada e simbólica
“Portanto, considerar as comemorações dos 100 anos da CUF como um marco cultural parece-me bem, não tanto, pelas comemorações em si, ainda que elas tivessem valor em si mesmas do ponto de vista cultural, cientifico, patrimonial, emocional e até económico, mas, fundamentalmente por aquilo que representam estes últimos 100 anos no desenvolvimento do concelho do Barreiro em todas as áreas, quer do ponto vista económico, cultural, associativo, por estas razões, parece-me uma distinção adequada e simbólica.” – sublinhou Carlos Humberto.













