Carreira 7 - BarreiroA política é feita de autenticidade
Hoje, lá estivemos, naquele encontro anual, que, afinal, também é um encontro que junta a equipa da Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita com o pessoal da comunicação social.

Por Jornal Rostos
A política é feita de autenticidade
Numa entrevista na RDP – Antena 2, hoje, o jornalista perguntava a Adriano Moreira, qual era, para ele a «quinta essência» da política, ou seja, aquilo que tem mais valor na política.
Adriano Moreira respondeu que, para ele, a «quinta essência» da política é a AUTENTICIDADE.
Porque, sublinhou, a autenticidade une os valores e os princípios à prática e acção política.
O jornalista voltou a interrogar, se, nos dias de hoje a autenticidade está a afastar-se da politica.
O «velho senhor» respondeu que, na vida politica actual privilegia-se a «cenografia», portanto, muitas vezes os valores e as ideias estão ausentes.
Questionado se esta realidade é um sinal de declínio da política, Adriano Moreira, sublinhou que, de facto, na Europa e no mundo estamos a viver um período de declínio da vida política.
Fiquei a pensar nestas palavras e registei estas breves notas, porque, afinal, infelizmente, é aquilo que nós, de forma geral, vamos sentindo que são as marcas da vida política da actualidade, e, na verdade, o que ainda vai sendo positivo é que existem excepções, naquilo que é a regra no estar e fazer política.
São os sinais dos tempos que vivemos.
Uma nota do quotidiano
Um destes dias pela manhã, uma funcionária da limpeza nas ruas do Lavradio, encontrou-me e disse-me : “Olhe quero agradecer-lhe, em meu nome e dos meus colegas o artigo que escreveu no Rostos sobre os comportamentos das pessoas que não evitam que os seus cães façam as suas necessidades na via pública, sem respeito pelo espaço que é de todos”.
Foi um postal que editámos alertando para que os proprietários dos cães evitassem que os seus animais de estimação, em qualquer local, jardins, ou nas ruas, deixem os detritos que assinalam a sua passagem e dão uma imagem negativa ao espaço urbano que é de todos e como tal devia ser respeitado.
Registámos o agradecimento, e, aqui fica, por um lado para, de novo, recordar este facto, por outro lado, porque ele espelha como o jornal «Rostos», cada vez mais, é uma realidade que faz parte da vida local da nossa região.
S.P.













