«Jornais como o «Rostos» fazem falta ao Barreiro»Carlos Humberto no Jantar do 10º aniversário
“O Rostos explica-se numa palavra, e, correndo o risco de ser redutor, essa palavra é dinâmica» - referiu o colunista Nuno Banza.
“O Rostos que não percam o seu élan, uma dinâmica que escapa a todos os controles” – sublinhou o colaborador Nuno Santa Clara Gomes.

Por Jornal Rostos
Ontem à noite, no Restaurante «Casa Transmontana» realizou-se o jantar comemorativo do 10º aniversário do jornal «Rostos».
Foi um ponto de encontro com cerca de 40 pessoas que quiseram associar-se à equipa do «Rostos» para assinalar esta nossa primeira década. De referir que, todos os participantes pagaram do seu bolso o seu próprio jantar.
Presenças marcadas de simbolismo
Registamos a presença de alguns autarcas, nomeadamente, José Marques, presidente da Junta de Freguesia de Santo André e Juvenal Silvestre, presidente da Junta de Freguesia de Coina. Outros enviaram mensagem e lamentaram estar ausentes, porque tinham compromissos assumidos.
Também dirigentes associativos, como Mário Pinto, Presidente da Associação Naval Sarilhense, no concelho da Moita, ou Angélico Noé Tempero, do jornal «Cachaporreiro», da SFAL.
Muito especial foi a presença de todos os nossos colunistas e também alguns colaboradores, pois, para além de partilharem, de forma voluntária, os seus escritos nas nossas páginas, ainda se disponibilizam para festejar a efeméride à sua própria custa.
Uma aventura que tem dado muitas alegrias
António Sousa Pereira, recordou que foi precisamente no Restaurante «Casa Transmontana» que há dez anos atrás foi feito o lançamento do Jornal «Rostos».
“Foi uma aventura. Uma aventura que tem dado muitas alegrias. Uma aventura que tem permitido criar projectos, sermos inovadores, e, abrirmos as portas ao jornalismo do futuro.” – referiu.
Recordou a importância e a dimensão da edição on line do Rostos, que, sublinhou – “é hoje uma referência no Distrito de Setúbal”.
O Director do jornal «Rostos» sublinhou que a força de um jornal está na sua redacção – “a sua redacção é a sua inteligência, e, nós temos a satisfação de contarmos com um conjunto de colunistas e colaboradores de grande qualidade que enriquecem os nossos conteúdos. O nosso muito obrigado”.
Rostos explica-se numa palavra dinâmica
Nuno Banza, na sua qualidade de colunista do jornal «Rostos» sublinhou – “acho que ninguém tem dúvidas que o Rostos revolucionou a forma de fazer comunicação social no Barreiro, ao nível distrital, e, até para além do distrito”.
“O Rostos explica-se numa palavra, e, correndo o risco de ser redutor, essa palavra é dinâmica» - sublinhou.
Recordou que o Rostos fez, antes que qualquer jornal nacional, a transmissão em directo de um evento pela internet.
“A equipa do Rostos transforma o cabo de uma colher numa varinha mágica” – salientou.
Acredito profundamente na democracia e na liberdade
Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, que entregou ao Rostos uma prenda, uma peça de cerâmica da artista barreirense Fátima Gama, sublinhou que – “acredito profundamente na democracia e na liberdade, para mim, não há democracia, não há liberdade, se não houver comunicação, informação e se não existirem órgãos de comunicação social”.
“Para o Barreiro, um concelho que vive a Liberdade, vive a Democracia e vive a Cidadania como quem respira, é indispensável haver comunicação social. Comunicação Social séria, rigorosa, polémica, diversificada” – sublinhou o autarca, acrescentando que o Rostos cumpre este papel.
“Jornais como o Rostos fazem falta ao Barreiro” – referiu.
Uma escola da democracia
Nuno Santa Clara Gomes, colaborador do jornal Rostos, recordou a censura que existia antes do 25 de Abril, onde, existiam jornais como o «Comércio do Funchal» que era uma ilha de liberdade.
Salientou, a muita carolice que existe para produzir o jornal Rostos, e, sublinhou que isso é positivo porque – “é uma escola da democracia”, acrescentando a importância da comunicação pela internet no mundo actual e o seu contributo para as transformações que se estão a registar no mundo.
“O Rostos que não percam o seu élan, uma dinâmica que escapa a todos os controles” – sublinhou.
Rostos espalha o Barreiro pelo mundo
Manuela Fonseca, colunista do Rostos, sublinhou que o Rostos, hoje, faz chegar o Barreiro ao país, e, também o espalha pelo mundo, recordando contactos que tem recebido de pessoas do Barreiro, a comentar os seus textos, em vários pontos do mundo.
Salientou. também, a importância do Jornal «Rostos» na sua vida, para enfrentar os desafios e acreditar na ligação à comunidade.
Um projecto plural
Nuno Cavaco, colunista do Rostos, referiu que há alguns anos que escreve no jornal, porque sente que o jornal – “é um projecto plural, dá espaço a toda a gente”.
Salientou que nesta sala, “estão presentes pessoas de todos os segmentos”, um exemplo daquilo que é a diversidade que “dá credibilidade ao jornal Rostos”.
Referiu, igualmente, que o Rostos on line tem um formato atractivo, que permite interactividade e se afirma como um jornal de futuro.
Foi uma noite de convívio. Um ponto de encontro marcado pela amizade.
Uma noite para assinalar dez anos de vida, no mesmo local, onde, há dez anos foi apresentada a 1ª edição do jornal.













