Rostos da 1ª Década do Século XXIDistinção – Memória
Dulce Cabrita
Reconhecer Dulce Cabrita, como memória da 1ª Década do Século XXI, é evocar um nome que o Barreiro tem o dever de preservar, e, tudo fazer, no sentido de divulgar a sua extensa obra, que está editada, trazendo-a ao convívio das novas e futuras gerações.

Por Jornal Rostos
Dulce Cabrita, nasceu no Barreiro, no dia 17 de Novembro de 1928, e, faleceu no dia 18 de Novembro de 2010.
Dulce Cabrita viveu com o escritor Dinis Machado, autor do célebre romance – “O que diz molero” .
Dulce Cabrita, cantora lírica - meio-soprano - cantou com Fernando Lopes Graça, formou-se em Economia e exerceu a actividade profissional de Bibliotecária.
Dulce Cabrita nunca esqueceu o Barreiro, terra que sempre guardou no coração, e, onde, viveu os seus últimos dias de vida.
O Barreiro é, na sua dimensão antropológica, uma terra profundamente marcada pela cultura de família, de laços de solidariedade e partilha, e, Dulce Cabrita, faz parte de uma família Barreirense que muito contribuiu para a valorização e dignificação do Barreiro.
Quem não recorda os concertos de Dulce Cabrita com Fernando Lopes Graça no Barreiro, onde a cultura se misturava com a resistência, essa resistência que Dulce viveu e sentiu no seio da sua família.
Reconhecer Dulce Cabrita, como memória da 1ª Década do Século XXI, é evocar um nome que o Barreiro tem o dever de preservar, e, tudo fazer, no sentido de divulgar a sua extensa obra, que está editada, trazendo-a ao convívio das novas e futuras gerações.
Dulce Cabrita viveu com o escritor Dinis Machado, autor do célebre romance – “O que diz molero” .
Dulce Cabrita, cantora lírica - meio-soprano - cantou com Fernando Lopes Graça, formou-se em Economia e exerceu a actividade profissional de Bibliotecária.
Dulce Cabrita nunca esqueceu o Barreiro, terra que sempre guardou no coração, e, onde, viveu os seus últimos dias de vida.
O Barreiro é, na sua dimensão antropológica, uma terra profundamente marcada pela cultura de família, de laços de solidariedade e partilha, e, Dulce Cabrita, faz parte de uma família Barreirense que muito contribuiu para a valorização e dignificação do Barreiro.
Quem não recorda os concertos de Dulce Cabrita com Fernando Lopes Graça no Barreiro, onde a cultura se misturava com a resistência, essa resistência que Dulce viveu e sentiu no seio da sua família.
Reconhecer Dulce Cabrita, como memória da 1ª Década do Século XXI, é evocar um nome que o Barreiro tem o dever de preservar, e, tudo fazer, no sentido de divulgar a sua extensa obra, que está editada, trazendo-a ao convívio das novas e futuras gerações.













