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Inferências

Carreira7 - Barreiro«Eu gosto destes almoços porque estou sempre a aprender»

Jorge Fagundes, lançava o repto para debate, acerca da hipótese dos TCB’s serem comprados pelos chineses. Seria esta uma boa solução?
Foi um almoço divertido. Um recomeço de mais um ano.

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Carreira7 - Barreiro «Eu gosto destes almoços porque estou sempre a aprender»

Por Jornal Rostos

Nesta primeira sexta-feira do ano 2012, a «Tertúlia da Transmontana» que marca encontro todas as sextas –feiras, para convívio e debate de ideias, de novo retomou a sua dinâmica, com alguns ausentes, mas, desta vez, pelo que foi referido – “temos quórum!”
Falou-se, de tudo um pouco, de Bombeiros, com as reflexões do Comandante Nortadas.
Da UTIB, com as inquietações de Carlos Alberto Correia, a deixar alguns sorrisos nos rostos.
Da “impossibilidade de conjugar Marx e Freud”, um dilema de Santa Clara Gomes.
Da maçonaria e as guerras que podem estar por trás, ou por fora, ou por dentro, nas suas relações com a vida politica em Portugal.
Das inquietações da vida política partidária e as suas responsabilidades na consolidação da vida democrática.
Das águas de Coina, polémica que colocou em despique Nuno Banza e José Caro Proença.
E, também, na angústia das «ameaças» de um «golpe militar» em Portugal, tema que dividiu as opiniões, sobre a possibilidade ou impossibilidade deste ser um cenário que possa ocorrer nos tempos de hoje.
Enfim, muitos temas em aberto, numa tertúlia marcada pelas diferenças, pela conversa amena, pelas piadas e ironia.
Jorge Fagundes, lançava o repto para debate, acerca da hipótese dos TCB’s serem comprados pelos chineses. Seria esta uma boa solução?
Foi um almoço divertido. Um recomeço de mais um ano.
Para semana lá estaremos de novo. Se quiser apareça. Não precisa fazer inscrição. Um amigo é sempre bem-vindo!
Como dizia o Nuno Banza: “Eu gosto destes almoços porque estou sempre a aprender”.
Eu também gosto, e, de facto, cada almoço é, sempre, uma lição de vida e troca de saberes.
A finalizar ficaram os votos de um Bom Ano Novo, com um brinde feito com um bom vinho da Ilha da Madeira, com 50 anos, um momento que nos foi proporcionado por «recordação» de Jorge Fagundes.

S.P.

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